segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Frango panado no forno

Ontem decidi, que a partir de hoje, os nossos jantares serão mais light. Claro que o S. torceu o nariz só com os nomes das receitas! Esta noite será "Sopa de couve e cenouras" que não leva batata.

Antes, tenho de comentar o jantar de sexta-feira, em que fiz frango panado no forno. Depois de uma tarde passada nas limpezas, com certeza imaginam o tamanho da minha fome.

Tirei o frango para descongelar por volta das 15h00. Portanto, teve tempo de descongelar até à hora do jantar.

Pré-aqueci o forno a 200ºC e coloquei uma folha de papel de alumínio num tabuleiro de ir ao forno, que untei com um pouco de óleo.

Parti o frango em pedaços e temperei com gotinhas de limão e sal. Num saco de congelação coloquei: pão ralado, queijo ralado, colorau e ervas de provence, que misturei muito bem. Foi a olho, mas não precisam abusar. Se necessário, aumentamos a dose dos ingredientes.

Os pedaços foram panados um a um e colocados no tabuleiro.

Marquei 15 minutos e virei os pedaços para assarem do outro lado, deixando assar por mais 15 minutos. A carne ficou muito tenrinha e saborosa.


Fiz uma salada de alface com cebola que o S. temperou com oregãos, sal, vinagre e azeite; e outra de tomate com cebola.

Para minha infelicidade, acompanhámos com batatas fritas de pacote.


Ontem os sogros almoçaram cá em casa e repeti o bacalhau com batata palha gratinado no forno. E para sobremesa fiz o Chocolate Guiness Cake que não fazia à algum tempo.


Agora, só me resta comentar a sopa que vou preparar para o jantar, por isso, até lá...



Bon appétit!

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Boeuf Bourguignon, à minha maneira

Esta quarta tive um cozinheiro na minha cozinha, não foi uma visão, foi realidade! É verdade, o meu querido preparou a receita em que é um chef!, bacalhau à braz. Bebemos um vinho que ele disse ser especial, de reserva.

Para compensar tanta reserva ou, como dizem os nossos amigos do lado, tanta exquisitez, fiz o bolo de 4 chocolates da Nigella. Como o meu pai apareceu, não deixei o bolo descansar para absorver a calda do chocolate, arrefecer e manter a forma! Então, cada fatia que cortava, a massa de tão fofa e molhada da calda que estava, desfazia-se...

Amigas, não vejo a hora de tratar da minha máquina, depois, é verem-me a tirar fotos que nem uma profissional! Já estou a ver as couves e as alfaces a possarem para a fotografia!

Infelizmente, continuo sem fotos, porque ontem fiz uma espécie de boeuf bourguignon! Tive a ideia de carregar nos legumes, porque reduzi a quantidade de carne, e apesar de a receita original não conter, adicionei couve cortada em juliana que envolvi na mistura da carne já cozinhada. Nem imaginam o que a couve me lembrou... Um crepe chinês! Claro que cada vez que abria a panela para retificar algum tempero, veio ao de cima a minha veia vegetariana e servia-me às garfadas.

Deixo os ingredientes:
150 gr de carne novilho para guisar (de melhor qualidade)
100 gr de manteiga vegetal
1 folha de louro
1/2 cebola
1 cenoura
4 folhas de couve
vinho branco
2 colheres de sopa de polpa de tomate
sal
salsa
coentros

macarrão
grão


E o meu modo de preparação:
Deixei a manteiga derreter, enquanto que com duas folhas de papel absorvente "sequei" a carne que temperei, porque tive receio que soubesse muito a carne! Juntei a carne para fritar, e depois uma folha de louro.

Deixei fritar bem e depois, cortei cebola em meias luas e a cenoura às rodelas que acrescentei.

Estive atenta à cozedura à qual fui adicionando vinho branco, porque não tinha vinho tinto.

Continuando a cozinhar a carne, juntei a couve cortada em juliana.

Deixei cozer por quase uma hora. Depois juntei o macarrão e o grão, bem como a água fervida.

Retifiquei de sal. Ah! E piquei salsa e coentros.

Como abusei dos coentros, decidi acrescentar 2 colheres de sopa de polpa de tomate, na derradeira tentativa de atenuar o sabor a coentros.

Já o S. "reclamou" do sabor a louro... Pediu para, sempre que usar o louro, limitar-me a colocar no início da preparação para dar um toque aromático, retirando depois para evitar o sabor intenso.

Demorei, mais ou menos, hora e meia a cozinhar.

Como sempre, aproveitei o tempo disponível para lavar e arrumar a loiça que havia usado durante o dia e na preparação da refeição. E ainda espreitei os blogs da concorrência!



A todos ... Bon appétit!

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Arroz de oregãos

Não tenho foto, mas deixo a sugestão que me passaram e que adorei.

Este arroz até sem conduto serve de refeição.


Numa panela aqueci um fio de azeite, talvez uma colher de sopa, um fio de óleo vegetal e acrecentei um pouco de margarina vegetal. Refoguei a cebola e juntei oregãos que envolvi bem até começar a soltar um maravilhoso aroma. Acrecentei o arroz que fritou até começar a apresentar um tom dourado, e adicionei a água fervida no dobro da quantidade do arroz.


Numa palavra: Provem.



Ah! Butter! ...

Calzone de carne





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Não é propriamente uma calzone, mas acho que está lá perto! Na sexta feira passada o meu sobrinho H. jantou cá em casa. Decidi fazer uma receita gulosa, mas não sabia o que cozinhar. Tinha carne picada descongelada para temperar. E hamburgueres estavam fora de questão.

Lembrei-me de uma receita que a vi na televisão em que se embrulhava uma mistura de carne picada numa massa que ia ao forno. Foi o que fiz!

A massa foi a mesma que uso para a preparação da pizza:

Ingredientes:
250 gr. de farinha
3 colheres de chá rasas de fermento em pó
Sal q.b.
50 gr. de manteiga
1,5 dl de leite

Que deixei a descansar enquanto cozinhava o preparado de carne:

Ingredientes:
250 gr de carne de porco picada
1/4 de chouriço
1 cebola
2 dentes de alho
100 gr azeitonas

2 colheres de sopa de preparado de tomate para pizza
quijo ralado q.b.

1 ovo para pincelar

A carne foi temperada com algumas gotas de sumo de limão, sal, colorau e ervas de provence. Tudo a olho.

Preparei o refogado com a cebola e o alho picados, ao qual juntei o chouriço e depois a carne, deixando cozinhar.

As azeitonas foram acrescentadas perto do fim.

Enquanto o recheio arrefecia, aproveitei para arrumar a cozinha.

Dividi a massa em duas partes e estiquei cada uma delas, o máximo que me pareceu aconselhável. Pincelei com duas colheres de preparado de tomate para pizza, polvilhei o queijo ralado e dispus o recheio que tapei com a outra parte da massa, fechando a toda a volta com um garfo que utilizei para "picar" a parte de cima para evitar explosões! Pincelei com a gema do ovo e ficou no forno por aproximadamente 30 min a 175ºC.

Acompanhei com arroz de manteiga e salada de tomate.

Sobrou para o almoço que voltei a acompanhar com arroz, mas desta vez de oregãos, sugestão de uma amiga.






Bon appétit!

Nuvem




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No fim de semana em que vivi no auge na preguiça, em que adiei a preparação da sobremesa, fiz um docinho da autoria da Nigella. O mais engraçado é que só tomei nota dos ingredientes, e a interpretação que fiz, não podia ter corrido pior!

Como a receita implica a utilização de 284 ml de natas, e como o objectivo era satisfazer dois gulosos, reduzi a receita para 200 ml de natas. Para não parecer estranho deixo as medidas originais.

Ingredientes:
80 ml de amaretto
2 colheres de sopa de açúcar
284 ml de natas
bolinhos de amêndoa

O modo de preparação que escrevi resume-se a: "Os bolinhos são desfeitos e as natas colocam-se por cima. Dispôr 1 pouco de bolacha por cima".

Bem, comentando a receita... Bati as natas até ficarem espessas. Até aqui tive sucesso, mas tive a infeliz ideia de juntar às natas o Whiskey, porque não tenho Amaretto. Claro que a textura espessa que havia conseguido, foi-se.

E depois segui o modo de preparação que escrevi.

Acabámos por concluir que, à semelhança de outras sobremesas, o objectivo era molhar os bolinhos na bebida!

Entretanto, andei no Hiper do costume à procura do tal Amaretto, mas não encontrei. Descobri o Cointreau, mas quase parou o coração quando vi o preço... Quase 16€. Ainda não comprei, mas fica na lista.





Boas sobremesas!

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Sopa com grão

Entre as receitas mais antigas e as mais recentes. Aqui fica uma das recentes, sem foto!

Cozi grão, o equivalente a uma chávena de chá, por 30 min. na panela de pressão com os ingredientes habituais: 1 batata, 1/2 nabo, 1 folha de louro, um pouco de sal, 1 fio de azeite e água fervida.

Entretanto, descasquei 4 batatas médias, 1/2 nabo, 1 cenoura e 2 dentes de alho que deixei refogar no azeite quente, deitando depois a água fervida e temperando com sal.

Deixei cozer por 20 minutos.

Triturei os legumes, resultando num maravilhoso creme laranja, ao qual juntei alguns grãos de grão.

Ao que sobrou do grão, vou aproveitar para fazer a receita do arroz rico para o almoço e que depois comento convosco!


Nada como uma sopinha acabadinha de fazer e bem quentinha!


Bon appétit!

Pão-de-ló



Adoro aquele pão de ló meio cru no topo. Há uns tempos apeteceu-me fazer um, por isso andei a vasculhar na net e encontrei uma receita que me serviu de inspiração. O engraçado, é que da primeira vez, consegui aquele efeito molhado, o que nunca mais aconteceu! Acho que foi por ter pré-aquecido o forno demasiado.

Ingredientes:
8 ovos
100 gr de açúcar
50 gr de farinha com fermento

manteiga para untar a forma
papel vegetal


Começamos por bater 2 ovos inteiros com o açúcar. Quando a mistura começar a apresentar uma cor esbranquiçada, juntamos a pouco e pouco as 6 gemas desfeitas previamente.

Agora, preparem-se para bater durante 10 min com a batedeira eléctrica.


Depois, juntamos, pouco a pouco, a farinha peneirada, e envolvemos com cuidado, sem bater.

As 6 claras que não usei, congelei.

A forma é untada com a manteiga e depois forrada com o papel vegetal. Deita-se a massa na forma e tapa-se com outra folha de papel vegetal.



Fica no forno a 225ºC por 10 minutos. Reparem no aspecto delicioso!


Demora mais tempo a preparação que a cozedura.




Bon appétit!

Poupança nas compras e em casa

Tenho a impressão de que as horas passam a voar. Entre o trabalho fora de casa e o trabalho em casa tenho-me levantado por volta das 09:00 para me deitar por volta da 01:00, mas durmo que nem um anjinho porque o esforço compensa!

Na segunda aproveitámos para fazer as compras do mês, e depois do jantar tive de preparar a carne para congelar que divido logo por refeições para facilitar o processo de descongelamento. Tinha um monte de roupa para engomar, enquanto via a novela, pus mãos à obra e só parei quando a roupa estava toda engomada e arrumada. Para fazer um pouco de ginástica, cada peça engomada significava uma viagem até ao roupeiro. :)

Deixei a loiça para terça, para mim o pior dia da semana porque é quando o S. tem jogo de futebol mais tarde, o que implica jantar quase à 0:00! Depois do jantar, e porque não ia logo dormir com a barriguinha satisfeita de bife com cogumelos, arrumei a cozinha o que significa: lavar e limpar toda a loiça, limpar o fogão, lavar a bancada, varrer e lavar o chão; organizei o lixo para reciclar, programei a máquina para lavar e troquei a água do bacalhau que está de molho.

A gestão da limpeza e organização da casa dá trabalho, mas é uma satisfação ver tudo limpo.

No que diz respeito ao capítulo das compras e da poupança, os truques que conhecemos funcionam:
  1. Comer antes de ir às compras;
  2. Levar a lista e não fugir ao seu conteúdo;
  3. Comparar os preços entre as diferentes marcas;
  4. Comparar os preços entre as diferentes embalagens, às vezes comprar a embalagem maior compensa mais, como é o caso, por exemplo, dos detergentes e amaciadores de roupa;
  5. Conferir as prateleiras de alto a baixo;
  6. Aproveitar as típicas promoções de "Pague 3 leve 4".

Assim de repente, não me lembro de mais nenhum, mas quanto à poupança, li um num livro (não foi propriamente uma novidade) sobre poupança a sugestão de reduzir o produto para lavar a roupa. Se repararem, na embalagem aparece a quantidade sugerida, mas se reduzirmos em 1/4 a quantidade, acreditem que não verão a diferença na roupa e conseguirão aumentar a quantidade de máquinas de referência.

A máquina de lavar trabalha depois da 0:00, durante a semana, durante a tarde de sábado ou livre trânsito no domingo, uma vez que optámos pela tarifa bi-horária. Escolho o programa económico e a centrifugação mínima, porque a roupa é usada apenas uma vez.

A seguir, vamos falar de comida!

sábado, 22 de janeiro de 2011

Pizza 4 estações






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Num destes dias repeti a receita da pizza, mas desta vez fiz uma versão 4 estações! Já deixei a preparação da massa, sugestão de ingredientes e tempo de cozedura. Lembrem-se de acompanhar sempre com uma salada.

Para a versão 4 estações, "decorei" com 1 parte de tomate cortado às fatias, 1 de cogumelos portobello, 1 de paio espanhol, e outra de cogumelos brancos.

Tive a oportunidade de utilizar o molho de tomate para pizzas, de que vos falei nos temperos. Não posso dizer que tenha sentido grande diferença entre o de compra, e o molho de tomate que costumo preparar.

Polvilhei com oregãos.



Continuem a acompanhar, porque tenho outras receitas e outras experiências para comentar. Uma delas implica uma receita que fiz ao contrário de uma sobremesa da Nigella a que, se não estou enganada, chamou de nuvem.



Bon appétit!

Omolete de frango


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A omolete não é diferente de outras que eventualmente tenham cozinhado. Desfiei o pedaço de frango. Entretanto, na frigideira tinha 1 colher de sopa de azeite a aquecer, ao qual adicionei 1/2 cebola picada e o frango para aquecer. Quando percebi que estava quentinho, juntei o ovo que temperei com um pouco de sal e salsa picada.


Bebemos um chá, porque jantámos bem tarde!



Bon appétit!

Sopa de legumes



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Continuando a actualizar e a comentar a ementa do fim de semana passado, para o jantar de sábado aproveitei o pedaço do frango que sobrou. Fiz uma omolete.

Mas, primeiro comemos a sopa. No dia anterior fiz sopa, que consistiu em refogar 1/2 cebola, 1 dente de alho. Acrescentei 4 batatas pequenas e 1 cenoura, deixando cozinhar e juntando 1 lt de água fervida. Passados 10 min. juntei algumas folhas de couve coração e couve portuguesa. Deixei a cozinhar no mínimo por mais 15 minutos.

Depois de arrefecer um pouco triturei com a varinha mágica.

A seguir vem a omolete!



Bon appétit!

Strudel de frango



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Lembram-se da receita de frango à caçador em que reservei metade do frango desfiado para outra receita? Pois bem, foi reservado para o strudel. Mas haviam dois ingredientes que me faltavam a massa folhada e as passas. Nada que uma ida ao hiper não resolvesse!

Estava uma delícia. Um prato simples de preparar e verdadeiramente saboroso! Adorámos!

Ingredientes:
2oo gr de frango desfiado
50 gr de chouriço
1/2 cebola
2 dentes de alho
2 colheres de sopa de azeite
colorau q.b.
1/2 maçã
1 colher de sopa de passas
1 pitada de canela
sal q.b.
pimenta q.b.
1 pacote de massa folhada
1 ovo

Comecei por preparar o refogado com o azeite que aqueceu no qual alourei a cebola e o alho. Para não queimar a cebola, deitei uma pitadinha de sal.

Adicionei o chouriço que piquei, deixando cozinhar um pouco, juntando o frango desfiado que temperei com o colorau dando-lhe alguma cor.

Enquanto o preparado cozinhava lentamente, descanquei e cortei em cubos pequenos 1/2 maçã, a outra metade, comi!

Juntei a maçã e as passas, temperei com a pitada de sal e com a pimenta.



Deixei arrefecer um pouco para não desfazer a massa folhada.

Deixo uma sugestão, coloquem uma folha de alumínio sobre o tabuleiro de ir ao forno e untam-na com um pouco de manteiga, deitando sobre ela a massa folhada onde vamos deitar o preparado. Caso contrário, puderão comprovar, tal como eu comprovei, que o processo de transferir a massa já preparada para o tabuleiro revelar-se-á complicado.



O preparado é colocado no meio da folha que depois é fechada, apertando as pontas, e pincelando com o ovo batido. Usei apenas a gema, congelando a clara.

Ficou no forno por 35 min a 175ºC.


Acompanhei com arroz. Estava muito bom!


Bon appétit!

Bolo de laranja


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Tentando redimir-me de uma semana sem escrever, actualizarei o blog com as últimas receitas.
Voltei a ver o Julie&Julia e pensei: "Como é possível ver este filme e não adorar cozinhar?".
Voltando atrás no tempo, lembro-me que fiquei de comentar o jantar especial à base de batatas-fritas do dia 14.01.2011. Fiz o frango com mel, por isso, convido-os a espreitar a receita, porque tenho uma foto mais interessante. O investimento deste mês já está decidido: um carregador de pilhas. Além de usar a máquina do meu pai, estou a explorar as pilhas que andam por aqui por casa, o que significa: "Low battery"!!!

No jantar do dia 14, não fiz a sobremesa, porque estava demasiado preguiçosa. Justifiquei a minha preguiça com o facto de querer evitar os doces à noite...

A minha preguiça estendeu-se até ao dia seguinte, porque à hora do almoço não me apetecia cozinhar. Comprei um bife que fritámos num fio de azeite, juntando no fim um pouco de leite para amaciar a carne de novilho. Acompanhámos com batatas fritas de pacote.

De tarde, fiz um maravilhoso bolo de laranja.

Ingredientes:
2 laranjas
6 ovos
150 ml de óleo
500 gr de açúcar
340 gr de farinha com fermento

Lavei muito bem as laranjas, que cortei aos cubos e coloquei dentro de um recipiente. Juntei os seis ovos e o óleo. Triturei tudo muito bem e depois juntei o açúcar que bati com a batedeira e depois a farinha.

Como o bolo é fácil e rápido de fazer, aquici o forno antes de o preparar a 175ºC e untei a forma de 23 cm com óleo e farinha.

Deixei no forno por aproximadamente 45 min. Para termos a certeza de que está preparado, é só espetar o palito, se sair com massa, é melhor deixar mais um pouco, pois tem de sair seco!

Tive de sair, mas quando regressei e como o S. estava com 2 amigos, o bolo já ia quase a metade. Portanto, e como pude comprovar, estava muito bom.

É uma boa opção para preparar um bolo para um lanchinho.

Podem ver a sua preparação em: http://www.isasaweis.com/cocina-y-dietetica/recetas/dulces/video/bizcocho-de-naranja



É verdade! Lembrei-me que ainda não comentei a receita do strudel! Que falha!



Bon appétit!

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Conservação de alface e tomate

Antes de avançar para novas receitas, não querendo retirar o crédito a blogues concorrentes muito bem estruturados, deixo algumas dicas!





Conservação dos vegetais e ervas frescas:


Infelizmente não estou satisfeita com a oferta do Hiper daqui da zona, porque as alfaces ou têm muitas folhas estragadas, ou temos de pagar o excesso de terra ou de água... Já faço como outros clientes, que as tiram do saco e eliminam as primeiras folhas.



De regresso a casa ou logo que seja possível, sugiro que lavem toda a alface, para quem necessite de a desinfectar podem recorrer a algumas gotas de vinagre deixando-as em água por aproximadamente 30 min. Com o apoio do tupperware para secar os legumes, retirem o máximo de água.



As folhas são embrulhadas no papel absorvente, que conservará o vegetal, protegendo-o do frio.



Aproveitem para separar logo por sacos a quantidade média que necessitarão por refeição.



A dica da separação é excelente, pois depois de um dia de trabalho, a tarefa de lavar, secar e preparar a alface para a salada parece um castigo, principalmente se temos por hábito preparar salada para acompanhar todas as refeições em família.



O truque do papel absorvente pode ser usado também para as ervas que ficam no frigorífico como os coentros, a salsa e a hortelã.









Conservar tomates:




Para quem tem pouca experiência em culinária e nas diferentes tarefas domésticas, todos os truques e dicas são úteis. E como adoro todos os pratos que incluem tomates, sempre foi uma frustração conseguir conservar por mais tempo. Até ler numa revista, cujo nome não recordo, que conservá-los polvilhados com farinha conserva por mais tempo.



A farinha absorve a humidade evitando o amadurecimento prematuro! Estamos a falar de uma semana e não de semanaS.








Continuem por aqui...

Lulas guisadas acompanhadas com batatas fritas



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Apesar de estar de férias, não tenho tido muito tempo disponível para escrever. Regressada de uma viagem ao Porto, ainda a dever algumas horas ao sono, decidi actualizar as minhas receitas.


Começo por uma receita de lulas guisadas com batatas fritas.


Foi tudo medido a olho, mas vou dar as medidas aproximadas.

Ingredientes:
200 gr de rodelas de lulas
5 palitos de delícias do mar
1 cebola
2 dentes de alho
1 folha de louro
1 dl de azeite
12 rodelas de chouriço
1 dl de vinho branco
1 tomate
2 colheres de sopa de polpa de tomate
sal q.b.
piripiri q.b.
salsa q.b.
pickles q.b.



Recorri ao resto das argolas de lulas que tinha congeladas, e que retirei do congelador por volta da hora do almoço para que descongelassem até ao momento de preparar o jantar.

Em azeite bem quentinho refoguei a cebola cortada às meias luas e os dentes de alho laminados. Ao refogado adicionei a folha de louro e deixei a cozinhar em lume brando, até a cebola ficar transparente.

Acrescentei as rodelitas de lulas, as delícias do mar cortadas em pequenos cubos, e o chouriço cortado às rodelas, cozinhando um pouco mais e adicionando o vinho branco que fez aquele maravilhoso "Pssss..."!

Ah! Entretanto tinha um tomate com um golpe em cruz em água quente, que em menos de um minuto estava pronto a ser pelado, limpo das sementes e cortado aos cubos.

Juntei o tomate cortado e a polpa ao preparado e deixei cozinhar. Pela primeira vez usei a tal da salsa seca! Gostei. Estou decidida a ter sempre na despensa um pacotinho, para prevenir o esgotamento de stock da salsa fresca...

Fritei batatas cortadas aos cubos que depois de fritas temperei com sal, deixando sobre o papel absorvente.

Misturei as batatas e o preparado de lulas, e por sugestão do meu querido juntei pickles picados para "ajudar a eliminar ou disfarçar o excesso de gordura".

Em tempos de politiquices, nada como o tempo de antena junto do fogão!



Bon appétit!

domingo, 9 de janeiro de 2011

Bacalhau com natas


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Queria deixar a receita da sopa de couve e massa, mas desisti da ideia porque a foto não estava nada boa e a sua preparação não correu da melhor forma. Vou repetir e depois comento. Até me sinto uma expert!

A receita do bacalhau com natas é das minhas preferidas. Depois de a prepararmos uma série de vezes, parece que não dá tanto trabalho como pode aparentar.

Se tivermos tudo esquematizado é muito mais rápido. Por exemplo, se antes de colocar o bacalhau a cozer, descascarmos as batatas, no momento da sua cozedura, podemos aproveitar para cozinhar a cebola e preparar o molho bechamel.

Vamos aos ingredientes:
1 posta de bacalhau bem generosa
água e 1 folha de louro para a cozedura
1 cebola
60 gr de manteiga (para amolecer a cebola)
60 gr de manteiga
2 colheres de sopa de farinha maizena
4 dl de leite
2 dl de natas
sal q.b.
noz moscada q.b.
pimenta q.b. (para a preparação do molho bechamel)
batatas para fritar (aproximadamente 10 batatas tam. médio)
óleo (para fritar as batatas)
pão ralado (para polvilhar)

As batatas estão descascadas e cortadas aos cubos (=1/4) e a água para cozer o bacalhau já ferveu. Coloco o bacalhau na água fervida e adiciono uma folha de louro. Deixo o bacalhau cozer por 10 min. para garantir que fica bem cozido.

A fritadeira está ligada, e enquanto aquece, aproveito para tratar da cebola e do molho bechamel.

A cebola é cortada finamente às meias luas e colocada numa frigideira onde vai amolecer na manteiga já derretida. Reservando depois de pronta.

Para o molho bechamel, deixo a manteiga derreter. As 60 gr de manteiga, para mim, correspondem a duas colheres de sopa mal cheias. Depois de derretida adiciono a farinha, que desta vez foi maizena, e que adorei o improviso, pois acho que ficou muito mais cremoso. A maizena absorveu a manteiga e ficou com um maravilhoso tom amarelo dourado que dá vontade de comer à colherada! Adicionei 4 dl de leite mais 1 dl de natas, que mexi muito bem com uma varinha de varas para eliminar grumos. Mexi em lume brando até engrossar. Ao engrossar desliguei o lume, adicionei mais 1 dl de natas, temperei com uma pitadinha de sal, noz moscada e pimenta.

As batatas já estão fritas e o forno já está ligado a 175ºC.

Unto um pirex de ir ao forno com manteiga, faço uma camada de batata por forma a preencher o fundo, depois disponho o bacalhau desfeito em pequenas lascas o que faço manualmente e sem recorrer ao tradicional método do pano, porque gosto de sentir o bacalhau. A cebola fica por cima do bacalhau, e por último mais uma camada de batata.

Faço camadas, mais já encontrei receitas que sugerem que se misturem todos os ingredientes, colocando depois no pirex.

Disponho o bechamel sobre toda a superfície, polvilhando depois com o pão ralado.

Fica no forno por 40 min.

Estava muito saboroso, e o S. disse que nunca havia preparado um bacalhau com natas tão saboroso, provavelmente foi das natas Alpro.

Depois de preparar os sonhos, e depois do bacalhau com natas que implica a utilização de 1 frigideira e 2 panelas, imaginem como ficou a cozinha! Como detesto ver a cozinha muito desarrumada, e enquanto a comida estava no forno, aproveitei para lavar e limpar toda a loiça. Ainda tive tempo de preparar uma salada e preparar a mesa para o jantar. Claro que ainda consegui preparar a máquina para lavar a roupa.

É uma questão de bom feng shui.

Bon appétit!

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Temperos


Já perdi a conta às receitas que rejeitei ou que alterei quase a 50%, porque não tinha os temperos e especiarias recomendados. Por muito bom que fique o improviso, perdemos sempre o toque especial dos verdadeiros chefs.

Por isso, este mês perdi um pouco a cabeça e decidi melhorar a minha despensa para futuro apuramento de paladares.

Claro que a revista Sabores de Cozinha, especial Temperos, ajudou.

De momento, mantenho algumas especiarias nas embalagens de compra, mas as mais utilizadas quase diariamente estão afixadas na parede com o sistema de íman que dá um jeitão.

O objectivo é sugerir os que me lembro de ver mais, e que correspondem aos que comprei.

Quanto a especiarias, conto com:
- Pimenta (5 pimentas da Espiga, com moínho incorporado);
- Mostarda em pó;
- Gengibre branco (excelente para a receita de potes de chocolate que hei-de repetir);
- Paprika (que utilizo para os pastéis de bacalhau);
- Canela moída (não carece de apresentação);
- Mistura de ervas aromáticas para grelhados de peixe;
- Louro (excelente para aromatizar qualquer prato, mas sem abusos);
- Pimentão doce (o amigo de qualquer amador);
- Caril (o ingrediente da semana!);
- Salsa seca (uma novidade para mim);
- Cominhos (usado para morcelas, não abusem... já comentei o resultado!);
- Tomilho;
- Oregãos;
- Ervas de providence (uma mistura de diferentes ervas, que ajuda a dar um gostinho especial);
- Chili;

Para os caldos, lembro-me que a minha mãe usava muito as misturas como sopa de cebola, ou de marisco, em pó, e que ficam bem com o frango de cerveja a primeira, e com o arroz de marisco a segunda. De momento, tenho apenas os não menos famosos caldos Knorr de peixe, que usei para fazer o caldo de peixe para a receita de abóbora com marisco.

Outras novidades foram os molhos: Inglês e de Soja.

Quanto a produtos à base de tomate, além da tradicional Polpa de Tomate, comprei o molho para Pizza, mais por curiosidade, pois tenho sempre a impressão de que tudo o que sejam preparados ou misturas, implicam sempre a utilização excessiva de corantes, conservantes, etc.


Com toda a certeza que faltam muitas coisas, mas para uma amadora a experimentar a arte de bem cozinhar à relativamente pouco tempo, há muito que explorar e aprender!



Bon appétit!

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Strogonof de perú




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Ouvi um chef dizer num programa televisivo que se o strogonof não é preparado com carne de vaca, não é strogonof. Não lhe tiro a razão, mas decidi, provavelmente com meio mundo, dar esse nome a este prato.

Ingredientes:
2 bifes de perú
4 cogumelos brancos
50 gr manteiga
salsa q.b.

Uma vez mais, antes de preparar a carne, comecei por preparar a cozedura da massa.

Comecei por fritar os bifes de perú em manteiga, reservando quando entendi que estavam suficientemente dourados.

Com manteiga nova, fritei os cogumelos, aos quais adicionei 1 dl de natas. Sem deixar ferver, adicionei o perú fatiado e um fio de leite para as natas não ficarem muito espessas. Cortem com umas gotas de limão.

Usei natas Alpro, que aconselho. São um pouco mais caras, mas acreditem que compensa. Por serem mais caras, é uma forma de reduzir o consumo das natas que por pouca gordura que o produtor diga que têm, a percentagem não é reduzida a zero.

Acrescentem salsa picada.



O meu querido gostou. E ele queria que eu fizesse panadinhos de perú...



Continuando a publicitar o bacalhau com natas, fiquem por aqui porque a seguir temos uma receita que apela ao saudável!




Bon appétit!

Esparguete à bolonhesa


2



Antes de avançar para a receita do bacalhau com natas, e já que estou numa de actualizar as receitas... Deixo 3 das mais atrasadas.

Começando pelo esparguete à bolonhesa, um pouco improvisado, claro!

Ingredientes:
azeite q.b.
1/2 cebola
3 cogumelos portobello
3 fatias de bacon
200 gr de carne de porco picada
2 colheres de sopa de calda de tomate
água q.b.
pitada de açúcar
piripiri q.b.


O azeite aquece e refogamos a cebola, adicionando o bacon os cogumelos e depois a carne. A carne começa a adquirir um tom dourado, e juntamos a calda de tomate, misturando depois um pouco de água fervida.

A pitada de açúcar ajuda a eliminar a acidez do tomate. Completamos o tempero com um pouco de piripiri.

Antes de preparar a carne, podemos começar por preparar o esparguete, aproveitando o tempo de cozedura para a preparação e apuramento da carne.


A composição do prato é simples, a dose do esparguete, a dose da carne e salsa picada.


É simples, e não deixa de ser saboroso. Como podem observar, não abusei do molho do tomate.




Espero que estejam a gostar das sugestões. Continuem por aqui...



Bon appétit!

Sonhos de abóbora


8


Estava mesmo com vontade de comer um sonho! E desta vez, nada de receitas vegetarianas! Até porque me tenho portado bem.

Ingredientes:
1,25 dl de leite
1,25 dl de água
4 colheres de sopa de óleo
sal q.b.
150 gr de farinha
125 gr de abóbora
2 ovos
açúcar e canela para polvilhar

Fervi o leite com a água e com o óleo, quando levantou fervura, adicionei o sal e depois a farinha que envolvi até absorver os líquidos. Podem e devem, acrescentar uma casca de limão na fervura dos líquidos, que eu não adicionei porque não tinha nenhum limão.

Entretanto, reduzi a puré a abóbora, que envolvi na massa que já não estava no lume.

Mexi os ovos que foram adicionados à massa e envoltos até serem absorvidos totalmente.

Com o óleo já quentinho, foi fazendo pequenas bolas de massa com duas colheres, para fritar.

Para evitar riscar a colher, passem por um pouco de óleo.

Retirar do óleo e deixar escorrer. Ainda quentes, passar pela mistura de açúcar e canela.


Refeita do meu desejo, deitei mãos à obra para preparar o bacalhau com natas, enquanto o meu querido foi jogar futebol com os amigos.


De comentar que a cozinha ficou num desastre...


Bon appétit!

Cheesecake doce morango




8 - 10


Quando faço cheesecake, utilizo as 500 gr de queijo branco que vêm na embalagem de compra, para evitar desperdícios.

Ingredientes:
120 gr de bolachas de canela
60 gr de manteiga
20 cl de natas
500 gr de queijo brnaco com 20% de gordura
80 gr de açúcar
2 colheres de sopa de farinha (rasas)
1 colher de sopa de baunilha
2 ovos
doce de morango para cobertura

A receita diz para amolecer a manteiga, passo que salto, por triturar as bolachas com a varinha mágica envolvendo a manteiga com as mãos no pó da bolacha.

Começo por aquecer o forno a 175ºC.

Depois de misturar bem a manteiga na bolacha, espalho no fundo da forma com fundo amovível.

Este preparado vai ao forno por 10 min. Depois, deixo arrefecer um pouco, aproveitando para misturar as natas com o queijo, o açúcar, a farinha e a baunilha. Os ovos são adicionados à vez, mexendo bem.

A mistura anterior é distribuída por cima da base, que voltamos a colocar no forno, cozendo por 50 minutos.

Decoro com o doce de morango depois de arrefecer bem.


É dos meus doces preferidos. E fresquinho, sabe mesmo bem, mesmo no inverno!




Bon appétit!

Abóbora com marisco



4


Começo por lamentar a qualidade da fotografia, que nada tem a ver com a da receita. É das minhas receitas preferidas.

Mais uma das receitas, em que ao cozinhar somos envolvidos num conjunto de aromas tranquilizantes. Atrevo-me a dizer que recordei os tempos de verão, o cheiro a praia. Com certeza, uma memória olfactiva provocada pelo aroma a coco.

Ingredientes:
1 lata de leite de coco
2 colheres de sopa de caril
2 dl de caldo de peixe (água + 1/2 caldo Knor peixe)
150 gr de abóbora
2 postas de salmão
12 gambas
couve q.b.
sumo de limão
coentros q.b.


Confesso que não fiz a receita exactamente como a Nigella preparou, porque não tinha molho de peixe, folha de lima, citronela ou a couve chinesa que substitui pela couve coração.

Começamos por colocar a parte de cima do leite de coco, uma espécie de papa, adicionando o caril, que mexemos envolvendo bem. Juntamos depois o resto do leite de coco.

Entretanto, dissolvi 1/2 caldo Knor de peixe na água, que juntei ao preparado anterior, deixando ferver.

A abóbora é cortada aos cubos, cozendo por, aproximadamente, 5 minutos.

O salmão é também cortado aos cubos, para o efeito, utilizem uma faca bem afiada, pois é difícil separar da pele, parece que está colado!

O salmão coze por 5 minutos. Adicionamos as gambas, contando mais 3 minutos. E, por último, adicionamos a couve, que eu cortei em juliana.

O tempero é rectificado com umas gotas de sumo de limão e coentro cortado.

Se repararem, o tempo de cozedura de todos os ingredientes que vamos adicionando, perfaz o tempo de cozedura do arroz.


Sou fã.



Tenho uma surpresa, ontem estava com desejos, e preparei um bacalhau com natas. E sonhos de abóbora!





Bon appétit!

Gambas fritas


2 gulosos


Não posso reclamar a autoria desta receita, mas como foi preparada na minha cozinha, é minha! Foi preparada pelo meu querido, apesar de ter sido eu quem cozeu as gambas, e vou partilhar convosco porque estava uma delícia.

As gambas foram cozidas em muita água, e em vez da mistura de legumes, limitei-me a acrescentar casca de cebola, sal e piri-piri. O tempo de cozedura foi entre 5 a 10 min.

Foram fritas em azeite e com muito alho. Deixem fritar até a casca estar bem estaladiça, porque também será comida.

Reparem no aspecto delicioso, é de lamber os dedos...




Bon appétit!

Perú com legumes



3


Gostei muito de preparar esta receita. Depois de um bom refogado, ao adicionar o vinho e ouvir o barulho e ver o fumo, resultado das diferenças de temperatura, soltando um aroma maravilhoso, faz-me pensar que gosto mesmo de cozinhar.

Comecei por cortar os ingredientes, segue listagem:

1 cebola

3dentes de alho

3 fatias de bacon

8 fatias de chouriço

2 cenoura

1/2 pimento verde

1/2 pimento vermelho

2 dl de vinho branco

2 bifes de perú


Regamos a panela com um bom fio de azeite, onde refogamos a cebola e o alho, que para não queimar adicionamos uma pitada de sal. Depois o bacon, permitindo que ganhe um tom dourado.





Temos de ter um pouco de paciência para conseguir que os ingredientes alourem no refogado, permitindo uma mistura de sabores apurada.

De seguida, adicionamos o chouriço, depois o perú. O perú começará a perder o tom rosa empalidecendo, e aí, juntamos a cenoura, e depois o pimento.



Está tudo preparado para receber o vinho branco.

E, preparem-se para um momento mágico.

Deixamos cozinhar por 10 a 15 minutos, tempo que demora a cozer o arroz. Fiz arroz de caril, mas podem acompanhar com arroz branco, ou de manteiga.

Para fazer o arroz de caril, coloquei um fio de azeite na panela, a cebola picada que deixei alourar um pouco adicionando 1 colher de sobremesa (rasa) de caril, que mexi bem. É espectacular o aroma em que ficamos envolvidos! Juntei o arroz que deixei fritar absorvendo o caril, e depois juntei a água fervida. Já sabem que a quantidade de água corresponde ao dobro da quantidade do arroz.

Estive a ver e tenho muitas receitas para escrever. O tempo é escasso, e depois de um dia de trabalho sentada à frente do computador, não apetece muito prolongar a estadia!

Bon appétit!

Esparguete com bacon e cogumelos



1


A maioria das vezes em que estou sozinha, não me apetece fazer comida. Aproveito qualquer resto de refeição que tenha no frigorífico, ou como uma sopa ou uma salada. Mas houve um dia, em que me apeteceu uma massa com bacon e cogumelos.

É simples de preparar e muito saborsa se comida quentinha.

Ingredientes:
massa para 1 pessoa
2 fatias de bacon
3 cogumelos portobello
3 cogumelos brancos
sal q.b.
azeite q.b.
salsa q.b.


A massa deve ficar al dente, o que significa que cozinhará na água fervida durante 10 min. Por isso, começo por ferver a água e adicionar o esparguete, pois enquanto cozinha, aproveito para cortar os ingredientes e fritá-los no azeite.



Começo por aquecer o azeite, onde frito o bacon, que, caso experimentem a receita, podem observar o tom douradinho e como incha ao fritar. Reservo o bacon, substituo o azeite que deixo aquecer, e frito os cogumelos, sem amontoar, caso contrário não ficam castanhos!

Depois de ganharem alguma cor, junto o bacon. Como o esparguete está pronto, é só deixar escorrer e juntar à mistura anterior, envolvendo bem para que o esparguete absorva a gordura.


Corto a salsa que coloco por cima. Só faltou o queijo parmesão em pó, que esqueço sempre de comprar. Sugiro que comprem o que vem numa caixa, pois conserva-se melhor no frigorífico.



Tenho de mostrar o reforço que fiz de temperos e especiarias! Mesmo assim, para uma despensa bem equipada, faltam muitas coisas.




Bon appétit!

sábado, 1 de janeiro de 2011

Bolo-Rainha


10-20


O verdadeiro desafio foi o bolo-rainha, que afinal não é tão complicado como eu pensava!

Ingredientes:
- Para a massa
150 gr de manteiga vegetal
100 gr de açúcar amarelo
600 gr de farinha de trigo
40 gr de fermento de padeiro
1 dl de leite de soja
5 ovos
200 gr de mistura de frutos secos
1 gema para pincelar


- Para a decoração
Geleia de marmelo
Frutos secos
Coco ralado


A preparação da massa é fácil. Na tigela da batedeira, coloquei a manteiga, o açúcar, a farinha, o fermento desfeito no leite morno e, com as varas em espiral, misturei até a massa se descolar das paredes do recipiente.

Adicionei os ovos, batendo tudo por mais cinco minutos, envolvendo os frutos secos.

Deixei a massa levedar por 15 minutos.

Terminado o tempo, e aqui saltei uma parte, pois em vez de moldar a massa numa superfície enfarinhada, coloquei de imediato sobre o tabuleiro untado com manteiga vegetal e com farinha, porque a tarefa de transferir a massa moldada para o tabuleiro me pareceu complicada.

Portanto, sobre o tabuleiro, dei a forma de coroa à massa, que depois foi pincelada com a gema do ovo batida, ficando a levedar mais uns minutos.

Entretanto, o forno já estava ligado a 175ºC.

Confesso que quando coloquei a massa no forno para cozer, receava que não corresse bem, pois parecia que a massa estava mole demais. Só fiquei descansada, quando passados 10 minutos, começo a ver que a massa começa a tomar forma.

Deixei no forno por 60 minutos. A receita não comenta o tempo que deve ficar no forno, o que na minha opinião é uma grande falha, principalmente quando comentam as calorias por unidade!

No processo de cozedura, usei o truque da cozedura do pão, para conseguir que a massa não fique seca. O truque é colocar um recipiente com água dentro do forno. Para o efeito, costumo usar uma forma.

Quando o palito sai seco, e terminado o tempo de cozedura, desligo o forno, abrindo um pouco a porta para ir diminuindo a diferença de temperatura evitando que a minha experiência seja um fracasso.

Entretanto, aqueço a geleia de marmelo em banho-maria, com a qual pincelei o bolo que foi de imediato decorado com os frutos secos que sobraram e com coco ralado.

As pessoas que o comeram, gostaram, apesar de ser pouco doce. Concordo que devia ter posto mais frutos, mas quando temos em casa um guloso com 31 anos e com 70 Kg, é difícil conseguir controlar os doces em reserva na dispensa.

Foi o doce natalício que mais gostei de fazer, mas o que mais gostei de comer foram os sonhos acabadinhos de fazer, em que a massa está quentinha e parece ter maior elasticidade.

Acabadas as experiências com doces tradicionais, que foram mais que uma actividade física intensa com um dia passado na cozinha, pois foram também uma frigideira queimada de tanto frito que tive de usar dois esfregões bravo para lhe devolver alguma dignidade.



Continuem ligados porque tenho mais algumas experiências para comentar, mas primeiro tenho de ir estender a roupa, arrumar a cozinha e fazer a cama.





Bon appétit!