sábado, 26 de fevereiro de 2011

Leite creme




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Já nem me lembro da última vez que preparei leite creme, mas estou certa de que foi à mais de uma década.

O jantar não seria especial sem sobremesa, seria o mesmo que ir ao Egipto e não ver as pirâmides, ou ir a Paris e não espreitar a Torre Eiffel, entre outros possíveis e menos religiosos exemplos.

Tinha duas receitas: uma de um programa da Nigella, e que se resumia a: natas, ovos, açúcar e baunilha, sem referir a porção de cada ingrediente; outra que retirei do youtube, de um vídeo do saborintenso, com as medidas por ingredientes, mas que não me era possível preparar porque não tinha leite.

Nada que a tal capacidade de improviso não resolvesse! Se a receita do youtube levava 1 lt de leite, decidi reduzir todos os ingredientes por forma a utilizar apenas 1 pacote de natas.

Seguem os ingredientes para a minha receita:
1 pacote de natas para montar
3 gemas
60 gr de açúcar
1 colher de café de extracto de bauninha
açúcar para queimar


Preparação:
Misturei os ingredientes a frio, e depois levei ao lume, mexendo até engrossar.

Deixei arrefecer, e queimámos o açúcar depois de o leite creme arrefecer.


Resultado? De acordo com o S., foi o melhor leite creme que já comeu.




Bon appétit!

Frango com mostarda

(In Comer bem, viver bem)






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Para o nosso jantar especial cozinhámos frango com mostarda, que levámos ao forno. Uma vez mais, a prova de que não li a receita até ao fim. Reparei agora que a última parte escapou-me! Era suposto ter colocado pão ralado em cima do frango, fazer pressão, e depois regar com um fio de azeite; voltando a cozinhar o frango até estar bem assado. Bem, sem comentários, mas que sirva de lição para ter a paciência de ler tudo antes de me armar em chef!



Ingredientes:

2 colheres de sopa de mostarda de Dijon

1 colher de café de mel

1 colher de café de limão

4 peitos de frango (sem osso e sem pele)


Impressionante a quantidade de erros que cometi! Faz-me lembrar a correcção dos exames de contabilidade da faculdade. Pensava que percebia imenso, mas afinal, não percebia nada! O lado positivo da coisa? Surpreendia-me com a minha capacidade de improviso!



Preparação:
O frango é temperado com sal e pimenta. Juntar a mostarda com o mel e o limão. De acordo com a tal capacidade de improviso, resultado da falta de atenção, a colher de café de mel e limão, foram subtilmente substituídas pela colher de sopa! Afinal, já a tinha na mão!


O molho ficou com bom aspecto e aqui têm a prova: a bela da colher de sopa!







O S., com o seu infalível palato, bem notou que o mel estava lá! Claro, com quase o triplo da quantidade! E eu confiante de que o problema era do mel, por ser caseiro.


Optei por assar meio frango, mas escapou-me a questão de retirar a pele... Portanto, retirem a pele e barrem o frango com a mistura da mostarda.


Foi ao forno pré-aquecido a 180º C durante 1 hora. O suposto era, passados os primeiros 7 minutos, adicionar o pão ralado e o azeite, deixando cozinhar o resto do tempo.


Recomendo porque estava uma delícia, e não segui a receita! Prato a repetir!




Bon appétit!

Mesa com dois toques especiais

Assim como o Natal, também o dia dos Namorados é quando o Homem quiser. Para isso, nada como recriar um jantar com um toque especial, sem grande requinte, mas com o propósito de uma noite num ambiente mais descontraído.

Afinal, é sexta, final da semana. Nada melhor que começar a aliviar a carga de uma semana que nos obrigou a cumprir horários, obrigações e compromissos.

A mesa:

As flores foram prenda de anos oferecida pelos sogrinhos e também foram alvo do tratamento desta semana.

O truque? Com um arranjo de flores e uma vela, preparámos uma mesa especial!

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Cuidar das flores


Além das plantas que temos e cuja manutenção é da responsabilidade do S., também gosto de ter flores frescas.

Claro que o problema é mantê-las com um aspecto fresco o máximo de tempo que for possível. Por isso, ontem tratei de todas as flores que recebi no dia do aniversário e que continuam a animar a casa.

Comecei por retirar as folhas e flores secas ou com aspeco menos viçoso. Depois cortei um pouco do caule na diagonal, lavando o caule para eliminar a sujidade e colocando na jarra com água limpa. O truque? Uma colher de sopa de sal.


E já se passaram duas semanas!


Truques e dicas, também por aqui...

Que tal uma auto-promoção?


Ontem passei algumas horas a ler blogues concorrentes, e reparei que além de outros temas, a poupança é um tema comum. Entre listas a enumerar as diferentes responsabilidades e despesas mensais, incluíndo o valor destinado à poupança, encontrei dicas de poupança indirecta, ou seja, conselhos de utilização dos recursos.

Lembrei-me da minha amiga C., excelente gestora que, apesar de não ter formação superior, é um verdadeiro exemplo de uma mulher que venceu no mundo dos negócios a pulso e com medidas interessantes.

É também ex-colega de trabalho, e num dos dias em que trabalhámos juntas, reparei que ela estava a fazer envelopes e a escrever no verso a que se destinava. Por exemplo: "Renda de Casa", "Alimentação", "Combustível", etc.

Esta medida pode ser boa para pessoas como eu, que não conseguem manter um euro na conta à ordem. situação que resulta do desiquilibrio entre o vencimento e as despesas mensais. Preocupada com esta situação, tenho algumas contas poupança a prazo para garantir que quando for velhinha tenho dinheiro para subsistir.

Ontem, enquanto engomava, preocupada com a questão da poupança e lembrando-me da sugestão de um dos blogues que li, tomei uma decisão: "Vou promover-me!".

As limpezas da casa são da minha responsabilidade, portanto, decidi começar a pagar-me por isso. Afinal, se tivesse contratado uma senhora tinha de lhe pagar, certo?


Depois comento se resultou!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Vai um muffin?



12 unidades


Com vontade de cozinhar um doce, e mais ainda de o comer, depois de alguma pesquisa decidi fazer muffins.

Antes da primeira dentada, lembrei-me de um amigo e ex-colega de trabalho, que um dia chegou ao pé de mim e disse com entusiasmo: "Tens de vir comigo a uma loja onde têm bolos melhores que sexo!". Fiquei curiosa. Primeiro porque tanto entusiamo surpreendeu-me, depois porque pensava que relativamente a este assunto já tinha ouvido de tudo. Acho que comecei a imaginar uma espécie de cupcake. E acreditem que este episódio passou-se muito antes de cheirarmos as fotos dos gulosos cupcakes. Acompanhei-o até à loja, onde fui verdadeiramente surpreendida quando ele pede uma tarte de nata! Bem, gostos não se discutem!


Ingredientes, para o muffin, a tarte de nata fica para depois:
1 tablete de chocolate culinário
200 gr de farinha
125 gr de açúcar amarelo
2 ovos
75 gr de manteiga amolecida
9 colheres de sopa de leite
3 colheres de sopa de cacau em pó
1 colher de fermento em pó
manteiga para untar


Preparação:
Comecei por derreter a manteiga em banho-maria, e liquei o forno a 180ºC. Depois barrei as forminhas com a manteiga e cometi a asneira de polvilhar com farinha o que significou uma batalha no momento de retirar os bolinhos das formas.

Parti metade da tablete em quadradinhos e a outra metade cortei com uma faca. Podem usar a picadora, mas não me apeteceu fazer barulho.

Numa tigela bati a manteiga derretida e o açúcar até conseguir uma mistura cremosa. Noutra bati os ovos com o leite, e noutra misturei a farinha, o cacau e o fermento em pó.

Juntei o preparado dos ovos ao da manteiga, mexendo bem. Depois foi a vez da mistura da farinha. Por último, o chocolate triturado, que mexi para envolver bem na massa.

Dividi a massa pelas forminhas e coloquei um quadrado de chocolate inteiro dentro de cada uma das formas.

Levei ao forno por 20 minutos.



Depois da cozinha arrumada, e de um banhinho, nada melhor que um muffin e um chá! Um momento relax!




Bon appétit!

Paté de atum e as majestosas taças



Como cliente frequente da Loja do Gato Preto aqui da zona, todos os meses reservo uma módica quantia para espreitar e adquirir eventuais novidades. Desta vez não foi propriamente uma novidade, mas uma busca entre artigos em saldo que poderiam ter alguma utilidade.


Encontrei umas taças, com o selo da típica promoção "Compre N e pague N-1". Claro que imaginei logo o meu maravilhoso paté de atum dentro daquela taça com a esfinge de um leão de cada lado. Apesar de terem alguma quantidade em stock, apoderei-me de imediato de duas. Aquelas sairiam da loja comigo!


Dei mais uma volta na loja e decidi trazer um doseador para o creme das mãos em laranja, e um suporte para os guardanapos também em laranja, que combinaram na perfeição com os motivos dos azulejos da cozinha. Não gastei mais de 8,00€!


Deixo a receita do meu paté:

Ingredientes:
1 lata de atum
1/4 cebola tamanho médio
1 colher de sopa de pickles picados
1 raminho de salsa
2 colheres de sopa de iogurte natural
Preparação:
Colocam-se todos os ingredientes dentro de um recipiente alto para evitar salpicos mais atrevidos, e trituram-se com a varinha mágica.

Sugiro que a quantidade de iogurte seja adicionada aos poucos, caso contrário arriscam-se a que fique líquido. O iogurte pode ser substituído pela maionese.

Podem incluir 1 colher de sopa de milho antes de triturar, fica igualmente delicioso.




Bon appétit!

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Hamburgão

(In cozinha fantástica em 30 minutos)



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Ontem assistimos ao derby e o jantar foi uma bifana! Lá está, depois de uma merecida vitória, o meu estado de espírito estava tão positivo, que cozinhei um hamburgão para o almoço do S.. E desta vez, sem grandes aventuras na cozinha. O resultado? Um hamburgão para comer e chorar por mais.


Ingredientes:
500 gr de carne de porco picada (podem optar por misturas de carne, p.e., porco + vaca)
2 colheres de chá de mistura de ervas
1 ovo pequeno
85 gr de miolo de pão esfarelado (usei pão ralado)
Sal e pimenta-preta
Algumas gotas de molho inglês
2 colheres de sopa de azeite
1 cebola média
1 dente de alho grande
1-2 colheres de chá de piri-piri
1/2 pimento vermelho e 1/2 pimento amarelo
Queijo mozarella (Usei queijo ralado)
Queijo da Ilha

Preparação:
Liguei o forno a 190ºC e untei a forma de tarde com fundo amovível de 25 cm com óleo.

Coloquei a carne numa tigela e juntei as ervas aromáticas, o ovo, o pão ralado, o sal a pimenta e o molho inglês, misturando tudo muito bem.
A carne foi moldada no fundo da forma, como se estivesse a preparar a massa para uma tarte, comprimindo-a bem. Coloquei a forma sobre um tabuleiro e levei ao forno por 25 minutos.

Entretanto, aqueci o azeite e refoguei a cebola e o alho picados, juntando o piri-piri e deixando cozinhar por 5 minutos. Lembram-se do truque de adicionar uma pitadinha de sal para não queimar a cebola? É muito útil. Claro que ter cozinhado na boca mais pequena e com o lume no mínimo também ajudou.

Utilizei pimento vermelho e amarelo, que cortei aos cubos, apesar de a receita sugerir apenas o vermelho.
Como na sexta não fui ao mercado porque não parava de chover, e no fim-de-semana não me apeteceu ir às compras, não tinha os dois tomates que deveria cortar aos cubos, e também não tinha 50 gr de cogumelos.

Ralei o queijo da Ilha e tirei do frigorífico o queijo ralado para não me esquecer de adicionar.

O tempo de cozedura havia acabado, portanto, escorri o molho da carne. Coloquei o refogado por cima, depois os pimentos, (a seguir seria a vez do tomate e dos cogumelos, parte que saltamos) e por último o queijo ralado e o queijo da Ilha. Vai ao forno por mais 5 minutos ou até o queijo derreter.

A receita sugere mozarella e queijo da Ilha, claro que a foto do livro é mais gulosa do que a minha, já que o mozarella não fazia parte dos ingredientes disponíveis no frigorífico!


Apesar de ser quase 00:00 dei uma garfada e pude comprovar que com um bom estado de espírito saio-me muito bem na cozinha!




Bon appétit!

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Almôndegas de Arroz e um almoço caótico!

(In Cozinha fantástica em 30 minutos)

Tenho a impressão de que este fim-de-semana passou a voar. Tenho poucas ou nenhuma receita a postar, aliás, esta resultou de uma refeição menos interessante que resumo como catastrófica.

Depois de uma noite mal dormida, em que adormeci por volta das 05:00 e acordei antes das 11:00, com a música dos Abba "I have a dream", gentileza da vizinha para com toda a vizinhança, não me atreveria a tocar nos tachos porque sentia que apesar de acordada, continuava num estado de letargia.

O S. convidou o P. para almoçar connosco. Faz parte da família, portanto, no problem. O que fazer? Não tinha nada descongelado, apenas um pouco de bacalhau que reservámos para fazer uns pastéis.

Ementa que improvisei: creme de ervilhas e pastéis de bacalhau acompanhados de arroz branco. Convencida de que conseguia fazer tudo de memória, comecei a preparar tudo.

Conclusão: O creme de ervilhas, não era creme era pasta de ervilhas, ou puré se preferirem; os pastéis de bacalhau pareciam pastéis de batata; o arroz, não percebi se cozeu demais ou de menos. Pior! Lembrei-me de fazer pão de alho no forno. Armada em mulher desenvencilhada na cozinha, liguei o forno sem me lembrar que tinha a massa para o pão a levedar no forno, dentro de um recipiente de plástico. Não preciso dizer o que aconteceu, pois não?

Resumo: Um verdadeiro desastre!

Todos comeram, e ninguém disse nada. Claro que os pratos falaram por si.

P. se leres este post, aproveito para apresentar publicamente desculpas pela péssima refeição!

Bem, nem tudo se perdeu.

O que fazer com o que sobrou do arroz? Almôndegas de arroz, o meu almoço de hoje.

Ingredientes, para 2 pessoas:
250 gr de arroz
1 ovo batido
Queijo parmesão, sal e pimenta q.b.
Farinha e pão ralado

Preparação:
Misturar o arroz com o ovo, o queijo, o sal e a pimenta. Moldar as bolinhas e passá-las por farinha e depois por pão ralado. Fritar em azeite até estarem bem douradas.

Felizmente não tinha 250 gr de arroz, porque apesar do caos, sempre comemos alguma coisa. Apesar de deixar as medidas originais, tinha apenas 150 gr de arroz, como deitei o ovo todo na tigela, misturei um pouco de pão ralado, caso contrário seria impossível moldar as bolinhas. Mesmo assim, para quem tenha tão pouco jeito quanto eu, sugiro que utilizem uma colher de sopa para retirar a quantidade necessária a formar a bolinha, depois, na mistura da farinha comecem a dar o formato de bola, já no pão ralado a tarefa é mais fácil.

Demora mais ou menos 2 minutos a fritar de cada lado. E, começando a fritar ganha alguma consistência sem se desmanchar a bolinha.

Experimentem, é uma forma de aproveitar restos de arroz.


Ah! Quanto ao puré de ervilhas, acrescentei água, deixei ferver, e jantámos um verdadeiro creme de ervilhas com hortelã!




Bon appétit!

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Isasaweis

Bom dia,

Decidi espreitar a página Web da Isa: http://www.isasaweis.com/, que sugiro a todas as mulheres, tão ou mais curiosas que eu. A novidade é que a Isa está grávida e tem conselhos para as futuras mamãs.

Partilho convosco porque temos de saber reconhecer o mérito de todos, sem qualquer ponta de resentimento.

Espero que pare de chover, caso contrário não posso ir ao mercado.


Beijinho

Pizza, nova especialidade da minha cozinha!



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Caso para dizer que parece que estamos em sintonia! O blog que sigo diariamente, assim como mais metade da população portuguesa, também tem pizza!!! Quando vim para postar a minha experiência, não contive uma enorme gargalhada.


Confesso que quando comecei a preparar a minha pizza, nem pensava comentar, mas foi quando me apercebi que da última vez, em que me fartei de resmungar com a massa porque não estava mole e a estivar como devia, porque faltava manteiga, que decidi postar o jantar e comentar o meu erro. Confirma-se, a pressa é inimiga da perfeição.


Além de ter percebido o meu erro, aconteceu algo espectacular, devo estar a começar a viver no auge do dedo para a cozinha, porque a massa ficou com uma textura tão maravilhosa que decidi: "Tenho mesmo de comentar com os amiguinhos esta experiência!".


O S. concordou! Foi a minha melhor pizza.


Como já havia comentado, uso a massa dos scones, por isso, se quiserem aproveitar, é só alterar a quantidade de água por leite, esticar a massa para que fique com aproximadamente 2,5 cm de altura, cortá-la em quadrados, pincelar com leite, colocar num tabuleiro untado com farinha e levar ao forno por 180ºC por 10-15 min. Podem ainda acrescentar frutos secos à massa. Sirvam quente acompanhado de um chá e de diferentes compotas ou manteiga. Dá um lanchinho excelente.



Ingredientes para a massa:
250 gr de farinha
3 colheres rasas de fermento em pó
Pitada de sal
1 colher de café de ervas de provence (improviso meu)
50 gr de manteiga
1,5 dl de água

Preparação:
Coloquei todos os ingredientes numa tigela e amassei à mão até descolar da tigela e aparentar uma textura macia e moldável, provocada pela manteiga!. Deixei repousar, aproveitando para lavar a loiça.

Voltei a amassar a massa em cima da bancada da cozinha polvilhada de farinha, bem, que diferença. Foi aí que pensei que tinha de comentar esta receita, pois previ que íamos comer uma pizza com uma massa quente e fofa.

Coloquei a massa em cima do tabuleiro untado com farinha, o forno estava a 180º, e comecei a dispôr os ingredientes.

Comecei pelo famoso molho de tomate para pizza (sugestão), que estou na dúvida se continuarei a comprar, porque afinal, além: do molho de tomate, cebola picada, ervas de provence e uma pitada de açúcar, que é a minha receita habitual; provavelmente tem conservantes que não me interessam muito.

Depois o queijo mozarella ralado, 2 latas de atum previamente desfeito com o garfo, algumas rodelas de chouriço, azeitonas e por último cebola cortada em meia lua muito finamente.



Foi ao forno por 25 minutos, e acompanhámos com salada verde e um chá verde com mel bem quentinho.


Hoje, quando sair do trabalho vou a pé até ao mercado para comprar uma carrada de tomates para fazer a sopa da Miss Dalh, espreitem a grelha da Sic Mulher! A rapariga tem jeito.




Bon appétit!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Ovo mexido com pão








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Depois da sopinha de agrião, seguiu-se o pão com o ovo mexido.

Piquei a cebola e cortei o chouriço em pedaços pequenos.




Aqueci um fio de azeite na frigideira onde refoguei a cebola até amolecer, acrescentando o chouriço que deixei cozinhar um pouco.

Seguiu-se o ovo previamente mexido e temperado com sal.
Podem acrescentar salsa.




Uma refeição simples e rápida.




Bon appétit!

Sopa de agrião


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Fiz uma sopinha de agrião no dia do futebol. Como o jogador precisava de hidratos de carbono, preparei um ovo mexido com chouriço e cebola. O que me fez lembrar os tempos de crise em que a minha mãe fazia uma sopa daquelas bem carregadas de couve, e ovos fritos que comíamos numa carcaça. Boas recordações!


Ingredientes:
3 batatas médias
1 cenoura grande
1/2 alho francês
1/2 nabo
azeite
sal
1 mão cheia de agrião


Enquanto a água fervia, refoguei os ingredientes no azeite durante alguns minutos. Acrescentei a água fervida que temperei com sal, deixando cozinhar por aproximadamente 15 minutos.

O agrião cozi a vapor durante 5 minutos.

Passado o tempo da cozedura da sopa, triturei os ingredientes reduzindo a um maravilhoso creme, ao qual adicionei os agriões.





Bon appétit!

Peru com caju e dia de aniversário




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Passada quase uma semana, está mais do que na hora de comentar o jantar especial do dia do meu aniversário. Com todo o stress, esqueci-me de tirar uma fotografia da mesa de jantar. Mas tive direito a uma rosa e a uma geribéria em tons laranja no centro da mesa, e a indicadores feitos por mim no Microsoft Office Publisher.



Ementa:

-Entradas
Paté de atum
Azeitonas
Queijo
Pão

-Prato principal
Peru com caju, acompanhado de arroz branco e salada verde
-Sobremesa
Chocolate Guiness Cake

-Bebidas
Vinho tinto para o jantar e Café e Chá para depois
Chegámos a casa por volta das 19h00 e tínhamos marcado o jantar para as 20h00, a sorte é que a T. veio dar uma ajudinha!

Começámos por ligar o forno, e deitámos mãos à preparação do bolo. (sugestão) Foi preparado tão depressa, que temi que ficásse menos saboroso. Enganei-me redondamente. Apesar de a Nigella sugerir que seja servido no dia seguinte ao da preparação, garanto-vos que é uma delícia servido ainda quente. A minha sogra adorou, e disse mesmo que de todas as vezes que comeu o bolo, esta foi a melhor. O queijo-creme foi colocado apenas no topo do bolo, não o barrei totalmente como na sugestão.




Quanto ao peru com caju, seguem os ingredientes:
8 colheres de sopa de óleo de amendoim
600 gr de peru
2 dente de alho
4 colheres de sopa de maisena
2 clara de ovo tamanho médio
4 colheres de sopa de mel
12 colheres de molho de soja
250 gr de castanhas d'água de lata
200 gr de rebentos de soja
85 gr de caju torrado
4 colheres de sopa de vinagre de arroz ou de vinho branco


Preparação:
Descascámos o alho que picámos e deitámos numa tigela, juntando a maisena e a clara, misturando muito bem.


O peru foi cortado em tiras, como se fosse strogonoff, que envolvemos na mistura anterior.


O mel foi misturado com o molho de soja, e 8 colheres de sopa de água, ficando de reserva. Se tiverem, podem acrescentar saqué ou xerex (4 colheres de sopa).


As castanhas foram das tradicionais que encontrámos na secção dos congelados, ao lado das batatas pré-fritas congeladas. Foram cortadas aos bocados. Os rebentos de soja, que encontrei junto dos molhos e que se chamam rebentos de feijão, foram lavados e escorridos.
Com todos os ingredientes preparados, começámos a cozedura:
Numa frigideira grande, aquecemos as 4 colheres de sopa de óleo (vegetal porque não tinha de amendoim) juntámos o peru que deixámos saltear, mexendo sempre, até começar a ficar esbranquiçado. Juntámos o caju e deixámos saltear por 30 segundos, adicionando o vinagre. Retirámos o peru com uma escumadeira para uma tigela.


Deitámos o resto do óleo na frigideira, deixámos aquecer bem, e juntámos as castanhas que saltearam um pouco.


Acrescentámos o peru na frigideira juntamente com os rebentos de feijão. Deixámos saltear um pouco e juntámos o preparado do mel, misturando bem e deixando aquecer.

Servimos com arroz branco, que com tanta agitação ficou um pouco cozido, mas como foi servido com o peu por cima, ninguém reparou. Afinal, temos de estar confiantes com os nossos cozinhados!




Apesar de ter trabalhado no escritório, ter preparado a casa para receber a família, ter feito as compras no mesmo dia, e ter cozinhado, apesar de ter acabado o dia de rastos, adorei ter a família comigo nesse dia especial.
Recebi muitas flores, que adorei.

Sugestão, façam do vosso dia, um dia especial, independentemente da importância e do festejo que lhe atribuam.

Beijinho grande a todos os que participaram!




Bon appétit!

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Arrumação de sacos

Como prometido, segue post da arrumação dos sacos que me andavam a incomodar. É impressionante como 2 sacos cheios de sacos, foram reduzidos a 1 saco cheio de sacos arrumadinhos. Mais um instrumento/equipamento que fica na lista das compras: um organizador de sacos de fixar na parede ou no interior de um armário!

Comecei por esticar bem, eliminando dobras (Fig. 1). Dobrei e voltei a dobrar, com o cuidado de eliminar o ar, facilitando a operação seguinte (Fig. 2 e 3). Comecei a formar pequenos triângulos (Fig. 4) até ficar com as "orelhas" do saco (Fig. 5) que dobrei para o interior do triângulo, resultando num quase perfeito triângulo (Fig. 6).













A diferença está à vista:




















Tenho algumas experiências culinárias para comentar. Mas, fica para mais tarde!

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Arrumação do frigorífico

Hoje é aquele dia da semana a que chamo dia negro! Podia ser a segunda, mas não, é a terça. Para tirar algo de positivo de um dia em que o jantar é quase ceia, depois de terminar um dia de trabalho e para aproveitar ao máximo as horas decidi organizar o frigorífico e tratar de dois sacos cheios de sacos, que me andavam a incomodar.

Antes de iniciar as tarefas a que me havia proposto, comecei por lavar a loiça que sujámos ao longo do dia, desocupando a bancada da cozinha.

Foi tudo arrumado em caixas individuais. A caixinha dos queijos, dos enchidos, dos legumes para a sopa, etc...

Os legumes foram submetidos a uma vistoria, as folhas que começavam a apresentar um aspecto menos bonito foram retiradas, e foram depois embrulhados nas folhas de papel absorvente e arrumados em sacos de conservação individuais.

"Descobri" uma couve roxa que está na hora de ir parar à panela, ainda não decidi o que fazer, mas amanhã terei a missão de encontrar uma receita que seja do nosso agrado e que, quem sabe, nos possa surpreender.

Aproveitei para separar os legumes que irão fazer parte da nossa ceia, sujeitas a uma pequena cirurgia e cozinhadas até resultarem numa sopinha. Que vai saber mesmo bem...

Eis o nosso frigorífico, organizado e preparado para as compras do mês a acontecerem na próxima semana:









Decidi actualizar este post, comentando que faço a limpeza do frigorifíco com ele desligado aproveitando para descongelar o congelador. Recorro à poção mágica de 1 medida de vinagre para 3 medidas de água. Não tenho a certeza se são recomendadas 4 medidas de água para 1 de vinagre, mas defendo que qualquer que seja a fórmula, não há-de ser prejudicial para a saúde! Humedeço um pano na mistura que utilizo para lavar todo o frigorífico, por dentro e por fora.

Ainda quanto a truques e dicas, apesar de na foto não dar para perceber, os meus vernizes estão arrumados numa caixinha ao lado dos ovos! Acho que este medida permite conservá-los por mais tempo.

Se tiverem sugestões, estejam à vontade. Conhecimento não ocupa lugar!




Tenho mais uma dica, mas fica para amanhã...

Plantar ervas aromáticas


Como prometido vou falar da hortinha que o S., apaixonado pela terra, plantou na nossa varanda. Afinal, qual é a mulher que gosta de cozinhar e que não recorre com frequência ás ervas aromáticas?

Comecei por experimentar os vasinhos que o Hiper do costume vende, o que apesar de inicialmente se revelar interessante, depressa esgotou o stock! Com excepção do vaso da hortelã que continua a enfeitar a cozinha e a ser incluída numa ou noutra receita (sugestão).

Eis que, e deixo a dica para todos os amigos e amigas, o S. encontrou um aquário que alguém deitou fora. Com algum improviso no que respeita ao escoamento da água, o aquário passou a mini horta, onde plantou: hortelã, salsa e oregãos.

Ficam a faltar os coentros, que para a receita de grão marroquino tinha dado um jeitão!

Li num artigo que falava sobre as ervas aromáticas, sua plantação e manutenção, que quando temos salsa, devemos ter também cebolinho. Ao que parece a salsa facilmente é purgada, e plantar cebolinho previne essa maleita.

Estamos curiosos para ver como se sairá o nosso tomateiro!



Eu improviso na cozinha, o S. improvisa na mini horta!



Truques e dicas, é por aqui!

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Massa com atum



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Uma vez mais, sem nada descongelado, lembrei-me de arregaçar as mangas e dar início a mais um delicioso improviso, onde as natas não fossem convidadas, até porque estávamos na presença de uma criança com apenas 2 aninhos. A receita de lacinhos com pesto e bacon na página ao lado da da massa à camponesa serviu de inspiração!

Ingredientes:
1 colher de sopa de azeite
1/2 cebola
2 latas de atum
200 gr de massa
150 gr de ervilhas
água
sal q.b.
cebolinho q.b.
salsa q.b.

Fervi água à qual juntei a massa e passados 5 min, as ervilhas que cozeram por mais 5.

Numa frigideira grande aqueci o azeite, ao qual juntei a cebola e depois de esta estar macia, o bacon até alourar e no fim, o atum. Deixei ficar por alguns minutos até porque a massa estava pronta.
Escorri a massa e as ervilhas que juntei ao preparado anterior. Polvilhei com o cebolinho e a salsa picados.

Rápido de preparar e igualmente saboroso.



Já a seguir vou falar da nossa horta!



Bon appétit!

Arroz de chouriço



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Quarta estava numa reunião quando me lembrei que não tinha nada descongelado para preparar o jantar. Vim no caminho a pensar no que iríamos jantar, quando me lembrei que tinha duas salsinhas esquecidas no frigorífico. Então, decidi fazer um arroz de chouriço onde figurassem as duas salsichas.

Ingredientes:
1/2 cebola
1 dente de alho
2 colheres de sopa de azeite
8 rodelas de chouriço de porco preto
3 fatias de bacon
1 colher de café de oregãos
arroz
água (2x's a dose do arroz)
raminho de salsa
sal q.b.

Deixei o azeite aquecer num tacho, ao qual juntei a cebola e o alho picados, deixando refogar até a cebola ficar macia.

Acrescentei o bacon, e depois o chouriço, que deixei cozinhar até dourar. Antes de o arroz entrar em cena, acrescentei oregãos e depois a dose de arroz que equivale a pouco mais do que uma chávena de café, porque o objectivo era cozinhar para 3. Oportunamente, deixarei as medidas que utilizo conforme o total de pessoas a servir.

Envolvi muito bem os ingredientes que já estavam no tacho até o arroz absorver a gordura do bacon e do chouriço e começar a apresentar um maravilhoso tom dourado. Acrescentei a água e temperei com sal, deixando ferver por aproximadamente 10 minutos.

Para não salgar o arroz, podemos sempre ir provando um pouco do caldo até estarmos satisfeitos com o tempero conseguido.

Pouco antes de terminar a cozedura do arroz, juntei salsa picada.

Pela primeira vez lavei o arroz até perder a goma e a água sair limpa. Estava uma delicia. Eis um improviso, resultado da leitura de diferentes receitas e da preparação de outras tantas!




Bon appétit!

Massa à camponesa


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Ao folhear um dos livros de receitas que tenho, encontrei uma receita de massa que me pareceu interessante. Não pela combinação de ingredientes, mas pela curiosidade de comparar com a massa que eu costumava preparar num dos meus improvisos...

Ingredientes:
1/2 cebola
1 dente de alho
2 bifes do cachaço de porco
3 colheres de sopa de vinho branco
1,5 tomate
500 gr de massa
150 gr de ervilhas

Para enfeitar:
1 ramo pequeno de cebolinho

Para servir:
queijo parmesão

Comecei por ferver a água para cozer a massa, que ao levantar fervura adicionei e deixei cozer por 5 minutos, adicionando as ervilhas e deixando cozinhar em lume brando por mais 5 minutos.

Entretanto, cortei os bifes aos pedaços, e piquei a cebola e o alho que fritei em azeite bem quente. Deixei cozinhar por 4 minutos, até a cebola ficar branda, mexendo de vez em quanto.

Juntei a carne à cebola e deixei saltear por 7 minutos. Adicionei o vinho e o tomate pelado cortado em pedaços pequenos. Levantando fervura, reduzi o lume e deixei fervilhar por 10 minutos.

Escorri a massa e as ervilhas que juntei ao preparado da carne, mexendo suavemente até os ingredientes estarem bem misturados.

Rectifiquei os temperos, aproveitando para adicionar uma pitadinha de açúcar para eliminar a acidez do tomate.

Polvilhei com cebolinho e queijo ralado.

Servi depois da sopa de alho francês e cogumelos. Como era bem tarde, berbemos chá de camomila quentinho para ajudar a fazer a digestão.

Confesso que não segui a receita original à risca porque a massa é servida com salsichas de porco magras. O objectivo é provar que variar um bocadinho não faz mal a ninguém, e garanto-vos que não fica nada no prato.



Bon appétit!

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Sopa de alho francês e cogumelos




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Hoje sinto-me com cara de terça-feira, cansada e ansiosa pela sexta. Nada que um café bien cargado, não resolva!

Para aproveitar uns cogumelos que tinha no frigorífico, e já que esta semana os blogues que acompanho andaram muito vegetarianos e adeptos do pratinho de sopa, aqui fica a minha sugestão de uma sopinha cremosa e saborosa.


Ingredientes:
6 batatas pequenas (= 3 batatas de tamanho médio)
1/2 nabo
1/2 talo de alho francês
1 alho
1 colher de sopa
sal q.b.
0,75 dl de água fervida
4 cogumelos
hortelã q.b.



Comecei por aquecer o azeite, juntando depois os legumes: batata, nabo, alho francês e alho; tudo cortadinho. Deixei refogar bem, juntando depois a água fervida e temperando com sal. Deixei cozinhar por 20 min.

Quando arrefeceu um pouco, triturei todos os legumes. Para terem a certeza de que a sopa não ficará líquida, reservem sempre um pouco de caldo, e depois de triturarem os legumes, dependendo da textura, vão juntando pouco a pouco até ficar do vosso agrado.

Cortei os cogumelos que juntei à sopa, que como estava quentinha cozinhou os cogumelos.

Piquei folhas de hortelã que juntei à sopa.



Sugiro que experimentem!



Bon appétit!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Suflé de salmão



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Para uma amadora na arte de bem cozinhar, informo, com alguma ponta de vaidade que me saí muito bem com a receita de suflé de peixe.

Sem dúvida, fácil de preparar e fácil de comer!

Encontrei uma receita na internet que me serviu de inspiração.


Ingredientes:
90 gr de salmão cozido (Receita original = 200 gr)
50 gr de margarina
50 gr de farinha maisena
2,5 dl de leite frio
4 ovos
20 gr de queijo S. Jorge
sal, pimenta e noz moscada q.b.


Comecei por cozer o peixe que entretanto deixei arrefecer um pouco. Também, ainda era cedo para preparar o jantar.

Escolhi o peixe de pele e espinhas.

Entretanto, derreti a manteiga à qual juntei a farinha que deixei cozer sem ganhar cor. Juntei o leite e mexi com a varinha manual para eliminar os grumos. Deixei engrossar e, fora do lume, juntei o peixe e temperei com o sal, a pimenta e a noz moscada.

Enquanto arrefecia um pouco, aproveitei para bater as claras em castelo.

Antes de juntar suavemente as claras, liguei o forno a 200ºC e untei a forma com manteiga.

Ainda, antes de juntar as claras, o meu toque especial!, juntei queijo S. Jorge que ralei, e as gemas previamente desfeitas. Depois, adicionei muito suavemente as claras.

Verti o preparado no tabuleiro redondo que comprei em promoção no Hiper do costume, por apenas 1 euro! Vai ao forno por 25 a 30 min.

Cuidado com as correntes de ar, para evitar que o sufle reduza drasticamente de tamanho.



Ét voilá! São servidos?


Não tenho ideia do que vou cozinhar hoje, e muito menos do que vou cozinhar para o jantar de sexta... Any ideas?




Bon appétit!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Bacalhau no forno com queijo amanteigado

(In Receitas 1,2,3 Euros da Activa)


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Quando comentei a ementa para o almoço de domingo, alguém torceu o nariz quando percebeu que iria comer bacalhau com queijo. Alguém, que não se importa de almoçar, lanchar e jantar, bife com batatas fritas!

Ingredientes:
2 postas de bacalhau demolhado (aproximadamente 600 gr)
12 batatas tam pequeno (ou 6 tamanho médio)
4 ovos cozidos
1/2 chávena de azeitonas verdes (que não incluí)
125 gr de queijo amanteigado (usei brie)
1/2 chávena de pickles cortados
azeite q.b.
sal q.b.
pimenta q.b.
3 dl de bechamel
1 gema

Para simplificar o modo de preparação, comecei por cozer os ovos, o bacalhau e a batata em tachos separados. Penso que se cozermos as batatas com os ovos, eles não se envolvem em confusões, mas eu ainda tinha de descascar as batatas e limitei-me a pensar: "Ovos cozidos".

Com os ingredientes anteriores cozidos, avancei para a preparação do molho bechamel:
2 colheres de sopa de manteiga
2 colheres de sopa de maizena
3 dl de leite
1 dl de natas
sal q.b.
noz moscada q.b.
pimenta q.b.

Derreti a manteiga totalmente, à qual adicionei a farinha maisena que absorveu o líquido amarelado, formando uma pasta. Acrescentei os líquidos mexendo com a varinha manual para eliminar eventuais grumos. Mexi até engrossar, mas não demasiado. Desliguei o lume e temperei com o sal, a pimenta e a noz moscada. Deixei arrefecer um pouco, aproveitando para compôr o tabuleiro de ir ao forno que untei previamente com manteiga. Depois de arrefecer juntei a gema que mexi bem evitando que talhasse.

Liguei o forno que pré-aqueci a 200ºC.

Fiz uma camada com a batata cozida cortada às rodelas, depois uma de bacalhau que desfiz em lascas, seguiu-se o queijo cortado às fatias, os pickles cortados em pedaços e os ovos cortados em fatias. Antes de repetir as camadas, temperei com o azeite, o sal e a pimenta. A última camada é de batata.

Reguei com o molho bechamel, levando ao forno por 30 min.

Acompanhei com salada de alface com agrião e cebola cortada finamente.



Experimentem e deliciem-se!



Hoje para o jantar temos suflé de salmão. É a primeira vez que vou preparar um suflé, e é a primeira vez que vou provar. Se tiverem sugestões...





Bon appétit!

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Molotof de caramelo à moda da mãe

Uma das sobremesas que preparei, ainda sem máquina à altura para registar o momento doce!

Devo dizer que a receita é da minha mãe, bem como as dicas para ser bem sucessida.

Ingredientes:
6 claras
6 colheres de açúcar
2 colheres de sopa de caramelo líquido
Algumas gotinhas de sumo de laranja

Caramelo para untar a forma


Preparação:
Começamos por bater as claras em castelo, às quais vamos juntando as colheres de açúcar. Depois, o caramelo e o sumo de laranja. Bati tudo com a batedeira.

O forno estava a aquecer, e a forma já estava untada com o caramelo de compra.

Colocamos o preparado na forma que levamos ao forno em banho-maria a 175ºC por 15 min.



O S. disse que não ia comer porque não gosta de molotof, respondi que provavelmente não gosta dos do restaurante que normalmente são uma bomba tal é o sabor a ovo. Concluindo, um molotof deu para 2 sobremesas divididas por 2 refeições e devoradas por 2 pessoas.



Já comi o bacalhau com queijo gratinado no forno, que comento um pouco mais tarde!


Bon appétit!

Salada de pêras, nozes e Roquefort


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(In Comer bem, Viver bem)

Vou escrever esta receita pela terceira vez! Confirma-se que a presa é inimiga da perfeição!

Esta semana envolvi-me com os tachos e panelas por apenas 2 vezes. Segunda, o jantar veio ter connosco; terça foi dia da fomosíssima sopa de couve e cenoura; quarta, o pai fez anos e a mãe fez o jantar; quinta, e depois do refogado de couve que me lembrou o interior de um crepe chinês, jantámos no restaurante chinês; sexta, grelhei um bife de novilho e fiz a salada de pêras, nozes e Roquefort.

Seguem os ingredientes:
2 pêras cortadas ao meio, descaroçadas e cortadas em fatias no sentido do comprimento;
3/4 de chávena de soro de leite meio gordo (que não encontrei à venda);
2 colheres de sopa de queijo Roquefort esfarelado;
1 colher de sopa de vinagre de vinho branco;
1 colher de café de sal;
1 pitada de pimenta;
2 colheres de sopa de cebolinho ou rama de cebolo picada (optei pelo cebolinho);
4 chávenas de alface-francesa ripada;
6 chávenas de alface-roxa ripada;
2 chávenas de folha de agrião;
1 1/2 chávenas de rodelas de pepino muito finas;
3 colheres de sopa de nozes pecan (comprei das normais)

A preparação é simples. Comecei por lavar e secar a alface, que ripei para uma tigela grande, repetindo o processo de lavagem e secagem com o agrião.

A receita sugere que parte do soro de leite seja misturado com o queijo Roquefort, o vinagre, o sal e a pimenta. Acontece que assim formamos uma pasta, difícil de ser absorvida pelos legumes da salada, por isso sugiro que os ingredientes sejam adicionados um a um.

Adicionei o cebolinho, que comprei e usei pela primeira vez, ao qual achei piada porque parece relva.

Acrescentei as pêras, que devem ser molhadas no resto do soro de leite, parte que saltei; e por último, as nozes torradas. Sugiro que liguem o lume no final de prepararem as nozes suficientes.

Tenho a comentar que o facto de estar mais atenta à arte de cozinhar, em que vejo na televisão ou leio livros de diferentes chefs, de diferentes países com diferentes tradições gastronómicas, é sinónimo de novos aromas, especiarias, legumes, entre outros; diferentes técnicas, bem como diferentes instrumentos na confecção dos mais variados pratos. Esta receita incitou-me a comprar um instrumento básico, mas que já havia feito alguma falta, um quebra-nozes.



Fiz a compra inteligente do mês: o carregador de pilhas. Mas, infelizmente, não consegui carregá-las a tempo de fotografar a salada, pois a fome apertava.



Convido-vos a ficarem por aqui, porque hoje o almoço é bacalhau com queijo gratinado no forno.




Bon appétit!