sábado, 26 de dezembro de 2015

Do meu novo escritório!

Com o nascimento da Leonor tive de mudar o escritório da divisão que é agora o seu quarto para o único sítio que nos pareceu adequado, o anterior cantinho das energias.

Não posso dizer que a mudança me tenha agradado já que deixei de ter tanta luminosidade para ficar escondida num cubículo. Por isso, tive de improvisar embelezando sem gastar muito e aproveitando ao máximo o que tinha disponível.

Mas, sabem que mais? Tenho descoberto um jeito para bricolages que desconhecia. Sempre achei que conseguia safar-me mas ultimamente os meus projetos têm corrido muito bem! Será da prática que vai levando à perfeição?



Um simples quadro de cortiça foi pintado a toda a volta e com cola branca fui colando tiras de guardanapo. Coloquei um conjunto de luzes para animar o espaço ao mesmo tempo que ilumina ligeiramente.









Com tudo isto tenho mais projetos em mente! ;-)

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Coisas de bebé - O primeiro dente

Na semana passada a minha menina esteve com febre. Pela primeira vez tive de a assistir até recuperar. A coisa até correu mais ou menos, não fosse a gritaria nos momentos em que a febre subia. Ela gritava pois queria dormir e eu desesperava pois queria que a febre baixasse. Cheguei a colocar a toalhinha, humedecida em água tépida, na testa no momento em que a febre passou os 40 graus. Felizmente passou e já fomos brindados com um presente, o primeiro dentinho!

E isto leva-me ao colar de âmbar, que usa desde outubro, e que era suposto prevenir as crises associadas ao nascimento dos dentes. 

Antes de o adquirir fiz a minha pesquisa e não encontrei um único relato negativo daí a minha decisão a favor. 

Agora, levantamos a dúvida se efectivamente o colar vale a pena e diminuiu os sintomas associados ao aparecimento do dentinho?, ou será apenas mito? Pois, eu optei por acreditar que diminuiu os sintomas já que a Leonor não ficou assada e nem teve diarreia.

E vocês? O que pensam? Como correu a vossa experiência?



quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Quadro para quarto de bebé

Acho que já partilhei aqui que estes dois últimos anos foram demasiado intensos. Para mim foi uma espécie de dois em um. Sempre que me quero situar no tempo tenho de pensar na data de nascimento da Leonor, e mesmo assim, o que fiz em 2014 parece pertencer a um passado mais remoto que tenho por hábito transferir para 2013. 

Falei do quadro que preparei para o quarto da Leonor e, como prometido, deixo foto onde podem ver as caretas lindas da minha princesinha.


Estas fotos registam o primeiro sorriso que consegui fotografar! 

O quadro foi um aproveitamento de um que tinha guardado. Retirei o fundo e o vidro. Forrei com tiras de tecido que fui colando e enrolando. Prendi os fios elásticos (que podem optar por nylon) com pioneses na parte de trás e as fotos foram presas por pequenas molas coloridas. O fio e as molas foram comprados na loja chinesa do bairro.

Também fiz estes quadros aproveitando sacos de papel oferecidos. Achei um desperdício deitar fora e sabia que ficariam bem bonitos pendurados!


E assim, é como tenho passado o tempo livre (o que tenho e o que não tenho!):


video

O vídeo foi feito de manhã e ao início da noite, depois de um passeio, a nossa menina brindou-nos com os primeiros passinhos! Ficámos muito emocionados. 



quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Passaram dez meses

e a minha princesa continua a crescer linda e saudável. Antes de decidir escrever este post pensava no cómico que foi o momento de rebentarem as águas. Sei que pouco, ou nada, tenho falado sobre a maternidade e sobre o parto, talvez agora seja o momento!

Estava na reta final da gravidez, faltavam precisamente dois dias para completar as 39 semanas. Fui sozinha àquela que seria, sem eu prever, a minha última consulta. A médica fez o toque e provocou a saída da rolhão. Tive dores horrorosas. Mal falei com ela. Saí do gabinete e fui diretamente à casa de banho, prevenida que estava de eventual sangramento. 

Tinha de ir esperar pelo marido que teve uma reunião inadiável, e o tempo que esperei pareceu uma eternidade. Na paragem do autocarro as lágrimas caíam pelo rosto e, por muito que me esforçasse, eu não consegui evitar. Chorei de medo. Ansiedade, talvez. Senti-me muito frágil. Queria um abraço. Tal como agora ao relembrar aquele dia. 

Chegada a casa quis, e precisava, de descansar. Deitei-me no sofá e fiquei atenta às contrações como sugerido. Tudo muito calmo. Tudo muito normal.

Era uma sexta feira e tínhamos muito por fazer. A mãe veio ajudar a limpar o quarto da bebé. E eu, sem perceber que a bebé chegaria daí a poucos dias, retomei as minhas atividades normais.

Não me lembro do dia de sábado. Parece que fiz reset.

Domingo. Domingo é outra coisa. Lembro-me bem deste dia. Acabei a limpeza do quarto, e preparámos a decoração. Pendurámos os cortinados. Colocámos o tapete. Escolhemos os primeiros brinquedos. Montámos o muda fraldas. Organizámos o cestinho com as fraldas e produtos de higiene. E, no final do dia, estávamos prontos para receber a nossa menina.


Como podem ver, o Zeca instalou-se logo!

Passava das onze da noite quando me fui preparar para dormir. Estava exausta. Senti dentro de mim algo estranho, como se algo tivesse saído do sítio e ouvi um "Ploc". (Agora a parte engraçada!)

Comentei com o S. que me disse; "Vai dormir. Isso é cansaço. Hoje não paraste."

E fui, mas ao chegar ao fundo do corredor rebentaram as águas. 

E eu gritei: "S. vem rápido. Rebentaram as águas!" 

Ele vem ter comigo e diz: "Oh! Isso não é nada. Vai descansar."

Eu, em pânico "Mas, rebentaram as águas!!! Temos de ir para o hospital"

Ele insistia que eu tinha de descansar.

Eu queria ligar para o cunhado, recém-licenciado em medicina. Ele queria que fossemos discretos.

Foi quando me lembrei de começar a contar as contrações e fizemos um trato: se as contrações acontecessem com uma regularidade de 5 min durante 1 hora iríamos para o hospital. Ele aceitou. (Nesta parte devem estar todos a gritar: "Mas rebentaram as águas, ou seja, estás em trabalho de parto!" Eu sei, mas o meu querido achava era que eu precisava de descansar!) Claro que as contrações aconteceram a intervalos de 5 min aproximadamente. 

Imaginem o ridículo, eu sentada na cama, com uma toalha de banho por baixo. A meu lado o telemóvel para controlo do tempo. O marido ao lado a pedir para eu respirar calmamente. E a cada contração eu gemia de dor. (Até fico sem fôlego ao lembrar o que sofri)

Mas, tinha de cumprir uma hora. E cumpri. No final eu disse que tínhamos de ir. E foi só quando eu disse que a bebé podia ficar sem líquido que lhe caiu a ficha. 

Mesmo assim, ainda esperei que ele tomasse banho e se preparasse para sair. Tinha as malas preparadas, mas sabia que faltavam pequenas coisas que fui pedindo para ele colocar na mala.

Eram perto das duas da manhã quando chegámos ao hospital. Estava com dois dedos de dilatação. E continuava a sair água como se estivesse a fazer chichi sem conseguir controlar. 

Uma enfermeira veio buscar-me ao gabinete e indicou-me a casa de banho onde deveria fazer o clister e vestir a bata. Aproveitei para tomar um duche! 

Depois, foi esperar. Esperar e esperar. A cada contração eu tentava lembrar-me do que aprendi na aula pré-parto, respirar calmamente pois no momento da contração o corpo fica rígido e se respondemos à contração estamos a apertar o bebé. E eu não queria magoar a minha menina então tentava relaxar. Ao passar a contração eu só pensava no quanto me apetecia dormir. Queria fechar os olhos e dormir. 

Suportei as contrações até às sete e meia da manhã. Não aquentava mais. Estava no meu limite de dor. Sentia-me esgotada. Pedi a epidural. Estava com quatro dedos de dilatação. Entre a epidural fazer efeito e ter pedido a segunda dose, consegui descansar um pouco, mas fiquei com a sensação que o pouco que descansei foram meros minutos. É impressionante como perdemos total noção do tempo. 

Entre a segunda dose, que deverá ter sido administrada entre as oito e meia e as nove da manhã, e o nascimento da Leonor que aconteceu às onze horas e um minuto, só me lembro de a parteira ter dito: "Já estou a ver o cabelo escuro!". 

E pronto, a partir daqui foi "Não faça força!" "Faça força!". Até ter uma enfermeira quase em cima de mim a ajudar a empurrar a minha princesinha. É que ao final de onze horas de sofrimento em que quase não sentimos força vital, pedir para canalizar a nossa força para um determinado sítio é coisa descabida. Eu sabia que estava a canalizar a minha força para a bacia, mas era como se o meu esforço fosse em vão. 

E a minha menina chegou. E a nossa vida mudou. A nossa família aumentou. Chorei. Foi um misto de emoções. Não sabia se rir, se chorar. Foi ver o fim do Rita-Ser individual para o Rita-Mãe. 

E sabem que mais? Ainda hoje dou por mim a pensar: "Sou mãe!" Como se fosse coisa rara. Como se fosse o feito mais extraordinário. E é.

Para todas as mães. Para aquelas que vivem pelos filhos. Lembrem-se todos os dias que por muito especiais que sejam os nossos meninos, nós também o somos! 

Este é o meu relato. Fazes-me muito feliz e contigo e por ti tornei-me melhor pessoa. Obrigada!

Aqui fica a primeira foto que tirei!


terça-feira, 24 de novembro de 2015

Os dias vão passando

e os meus objectivos estão quase concluídos. 

O destralhamento (parte 1, 2, 3, ... , n) continua. A um ritmo lento para não assustar o marido! Já despachei imensas coisas e outras tantas tenho em mente. E sinto-me bem melhor. Lembram-se de um anterior post onde comentei que o marido ao fazer a sua revisão do roupeiro separou apenas 2 camisas? Pois bem, na última revisão, acompanhado da quase profissional "destralhadora", foram despachados 10 sacos. Sim sim, isso mesmo 10 sacos. Tirei foto! Aliás fotos! Brevemente falarei sobre isto.

Além dos destralhamentos, que ao experimentarem verão que é do melhor para que a energia flua, também dei alguns retoques na decoração. É que ao destralhar também percebemos que alguns dos objectos podem ter uma nova vida. Por exemplo, tinha duas jarras altas que não sabia que uso dar estando já decidida a doá-las quando me lembrei de dar um new look ao espaço da lavandaria. Ficou bonito, quase coisa de revista (ficou mesmo!) só falta pintar a estrutura e depois preparar um belíssimo post para inspirar pessoas pouco criativas como eu. 

Outro exemplo que posso dar, e que foi um trabalho para o quarto da bebé, tem a ver com um quadro que o maridão despachou para a minha despensa. Com restos do cortinado do quarto da menina forrei a estrutura, e pendurei fotos. Ao preparar a estrutura pensei: "Estou a ter um trabalhão do caraças e no fim posso não gostar do resultado." Mas acreditem, ficou muito bom! 

É assim que tenho passado os meus dias, a dar pequenos retoques em coisas que tinha pendentes e que há muito implicavam comigo. 

Agora, o ridículo da coisa! Assim que tenha PILHAS, este blogue voltará a bombar! Como é possível em pleno avanço tecnológico alguém depender de pilhas? O carregador pifou e desde aí foi o descalabro. Já está no topo das prioridades!

Sejam felizes!

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Leonor, diz: Olá!

Poderia escrever muitas coisas acerca da Leonor, e da Leonor nas nossas vidas, mas, quer acreditem quer não, apenas consigo escrever: "É a minha vida!". 


Talvez dentro dos próximos dias tire os óculos! Quem sabe? E talvez, dentro dos próximos dias, a mãe consiga escrever como o seu coração de mãe quase rebenta de tanto amor, paixão, carinho e orgulho!

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Guisado de novilho e gnocchi

A minha filha é linda! (Tal como os filhos de todos os outros pais!) Anda na natação e passa 2/3 da aula a engolir água (mea culpa) e, uma vez ligeiramente em apuros, faz ruídos como que a tentar salvar-se da situação. Neste preciso momento, anda no andador de um lado para o outro a fazer o mesmo ruído que faz nas aulas. Só não fico preocupada porque hoje foi dia de consulta e a médica disse que está tudo bem com o sistema respiratório da bebé.

Da última vez que fui às compras, pela primeira vez baseei a compra numa lista de refeições a preparar. O que é óptimo pois além de não comprar ao acaso, é possível preparar diferentes receitas aproveitando os meus ingredientes. Ao mesmo tempo, podemos encontrar ingredientes que ou não existem ou acabaram de escoar. Foi o que aconteceu com o meu guisado de cogumelos e funcho. A última cabeça de funcho, de acordo com o colaborador, tinha sido vendida pouco antes. Além do funcho, também não encontrei a sidra seca. Alguém sabe em que zona do Continente o posso encontrar?

A receita serviu de inspiração para o guisado de novilho, sem cogumelos, sem funcho e com gnocchi!



Ingredientes:
- 1 cebola;
- 2 colheres de sopa de azeite;
- 1 dente de alho;
- 250 gr de carne de novilho;
- 2 tomates secos;
- 2 colheres de sopa de polpa de tomate;
- 100 ml de vinho branco;
- água q.b.
- 400 gr de gnocchi;
- água fervente;
- salsa picada;
- piri piri moído q.b.

Modo de preparação:
1/ Aqueça o azeite e junte a cebola deixando-a refogar.

2/ Junte a carne previamente temperada com sal (absorva a humidade da carne com papel de cozinha);

3/ Acrescente o alho. Tape e deixe cozinhar em lume brando. 

4/ Adicione o tomate seco cortado a gosto e a polpa de tomate.

5/ Junte o vinho branco e um pouco de água. Deixe cozinhar cerca de 30-40 minutos para que a carne fique tenra.

6/ Acrescente o gnocchi e cubra com a água fervente. Deixe cozinhar por 2 minutos. Polvilhe com piri piri e salsa picada e deixe apurar.

Foi a primeira vez que provámos gnocchi e gostámos! Espero que gostem!

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Rosti de arroz com cenoura e creme de laranja

Comecemos pelo blogue que teve direito a um refresh! Que tal vos parece? Mais apelativo à arte culinária? É em jeito de homenagem pois no próximo dia 15 completa 5 anos! O que me deixa bastante impressionada e orgulhosa! É muito engraçado rever os posts anteriores, em especial os mais antigos. Percebe-se uma evolução, um esforço por acompanhar os blogues de culinária mais na berra, mas sempre sem perder a individualidade. Caso para dizer: "Gosto disto!"

E neste imenso apelo à minha veia para a culinária, fica uma receita digna de um restaurante vegetariano gourmet! Adianto que o marido não achou piada a um almoço sem a sua proteína preferida, a carne.

(Manual prático de cozinha vegetariana, pg 146)

Ingredientes para 6 pessoas:
- 50 gr de arroz selvagem;
- 900 gr de batatas;
- 30 ml de sopa de óleo de noz (usei vegetal);
- 5 gr de mostarda amarela em grão (usei mostarda líquida da normalíssima que todos temos no frigorífico!);
- 1 cebola finamente picada;
- 30 gr de folhas frescas de tomilho (usei salsa);
- sal e pimenta preta moída;
- brócolos e feijão verde para guarnecer;

Para o creme:
-  1 laranja grande;
- 350 gr de cenouras.

Modo de preparação:
1/ Comece por preparar o creme. Corte duas tiras grandes de casca de laranja e ponha-as num tacho com as cenouras. Cubra de água e deixe levantar fervura. Cozinhe durante 10 minutos ou até as cenouras estarem macias (cozi na bimby dentro do cesto: 100ºC / 20 min / vel 2). Escorra bem e deite fora as cascas, Esprema a laranja e deite 60 ml do sumo com as cenouras no robot de cozinha e triture até obter um creme (triturei na bimby: 20 seg / vel 5). 

2/ Coloque o arroz num tacho limpo e cubra com água.. Deixe levantar fervura e coza durante 30-40 minutos, até o arroz começar a abrir, mas ainda rijo. (Cozi na bimby dentro do cesto com 800 gr de água: 100ºC / 16 minutos / vel 4).

3/ Coloque as batatas com casca num tacho grande e cubra com água fria. Deixe levantar fervura e coza durante 15 minutos. Ao arrefecerem pele-as e rale-as grosseiramente para dentro de uma tigela grande. (Como a bimby estava ocupada, cozi no fogão, descascadas e cortadas aos quartos. Ao terminar triturei na bimby: 20 seg / vel 3). Misture o arroz.

4/ Aqueça 15 ml de óleo numa frigideira antiaderente e junte a mostarda em grão (como usei líquida, deitei diretamente no preparado da batata). Quando começarem a saltar, junte a cebola e deixe refogar durante 5 minutos, até ficar macia. Junte o preparado à mistura da batata, depois adicione as folhas de tomilho. Tempere a gosto.

5/ Aqueça o restante óleo na frigideira e junte a mistura da batata. Pressione bem e deixe refogar durante 10 minutos. Cubra a frigideira com um prato invertido (usei a tampa de um tacho ligeiramente untada com óleo). Vire ao contrário e coloque o rosti na frigideira. Deixe ficar ao lume durante mais 10 minutos. Entretanto, volte a aquecer o creme. Sirva o rosti com o creme, os brócolos e o feijão verde.

Bom apetite! 


terça-feira, 3 de novembro de 2015

Risotto de cogumelos e frango

Hoje pensei: "Sinto que estou em contagem decrescente para o fim de ano e que tenho alguns projetos que pretendo concluir até lá." Alguém mais pensa o mesmo?
Como acho que tenho tempo para tudo (como se o dia tivesse 48 horas) decidi voltar às aulas de hidroginástica. Estava na dúvida entre natação e hidro, mas entre ter uma aula de 45 minutos de pura tensão com medo de me afogar a ter uma aula em que finjo queimar calorias, fiquei mesmo pela segunda opção.
Deixei-me de crises de ansiedade de cada vez que penso na quantidade exorbitante de coisas pendentes. Vou fazendo o que posso, quando posso e como posso. Ninguém vive na perfeição do mundo da fantasia, certo?
De volta à cozinha! Ontem, para o jantar: um maravilhoso (e guloso) risotto com restos de frango assado!
(Inspiração: Livro base Bimby, pg 72)
Ingredientes:
- 125 gr de cogumelos brancos;
- 1 peito de frango assado;
- 1 chalota;
- 1 dente de alho;
- 30 gr de azeite;
- 1 caldo de legumes;
- 300 gr de vinho branco;
- 500 gr de água;
- 300 gr de arroz para risotto;
- 1 colher de sopa de manteiga;
- 50 gr de quijo parmesão.
Preparação:
1/ Lamine os cogumelos e reserve;
2/ Desfie o frango (pode desfiar na bimby, mas eu optei por desfiar grosseiramente pois ao cozinhar na bimby com a lâmina inversa poderia ficar demasiado desfiado o que não seria do meu agrado);
3/ Coloque no copo a chalota, o alho e o azeite e pique 5 seg / vel 5;
4/ Adicione o caldo, o vinho branco, a água e o arroz e programe 16 min / 100º C / lâmina inversa / vel colher;
(A meio do tempo pare e envolva com a ajuda da espátula)
5/ Adicione o queijo e a manteiga e programe 2 min / 100º C / vel colher.
Sirva polvilhado com salsa picada e delicie-se!
Bom apetite!

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Arroz de açafrão com peru

Aos poucos introduzo na minha rotina velhos hábitos, como o de ir dormir com a cozinha arrumada e, o de atualizar o blogue, partilhando algo de que gosto muito: cozinhar! Algo que muito me tem ajudado é ter sempre um sorriso na cara, mesmo que não esteja constantemente a sorrir, tento parecer feliz. Assim, as tarefas diárias não parecem tão cansativas e o resultado final brilha ainda mais!

Também esta sugestão foi retirada de um dos menus semanais que elaborei. Fácil de preparar e muito saboroso!
 
Revista Bimby, Set-13, pág. 22
 
Ingredientes para 4 doses:
- 50 gr de chalotas (usei cebola);
- 40 gr de azeite;
- 150 gr de cogumelos frescos laminados;
- 2 dentes de alho;
- 250 gr de peito de peru cortado em tiras finas;
- 100 gr de ervilhas descongeladas;
- 2 colheres de chá de sal;
- 1 pitada de pimenta;
- sumo de 1 limão;
- 800 gr de água;
- 1 colher de açafrão-das-índias;
- 150 gr de arroz brasmati;
- 50 gr de caju.

Preparação:
1/ Coloque no copo a chalota e 20 gr de azeite, pique 3 seg / vel 5 e refogue 3 min / varoma / vel 1.
 
2/ Adicione os cogumelos e salteie 3 min / varoma / lâmina inverda / vel colher. Retire e reserve.
 
3/ Coloque no copo 20 gr de azeite e o alho, pique 8 seg / vel 5 e refogue 3 min / varoma / vel 1.
 
4/ Adicione o peru, as ervilhas, 1 colher de chá de sal, a pimenta e o sumo de limão e salteie 10 min / 100º C / lâmina inversa / velocidade colher. Retire e reserve com os cogumelos.
 
5/ Coloque no copo a água, o açafrão, 1 colher de chá de sal e o cesto do arroz e coza 16 min / 100º C / vel 4.
 
6/ Retire o arroz e envolva-o com os cogumelos, o peru, as ervilhas e o caju.
 
Espero que gostem!

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Guisado de grão e linguiça com ovos

Retomando, aos poucos, o ritmo, deu-me para voltar a folhear as revistas de culinária na ânsia de sentir a paixão pelos tachos e panelas e vapores que outrora enchiam a cozinha de diferentes e gulosos aromas!
 
Decidi voltar aos menus semanais, e, de um desses menus saiu este maravilhoso guisado. Ao ler a receita pensei no saboroso que deveria ser mas, provavelmente, era a saudade de comer grão que falava mais alto.
 
(Revista Bimby, Edição Jan-2013, Página 44)
 
Ingredientes para 6 doses:
- 250 gr de cebola, cortada às rodelas;
- 20 gr de azeite;
- 300 gr de linguiça, cortada às rodelas;
- 250 gr de cenoura, cortada em cubos (optei por ralar);
- 400 gr de tomate pelado em pedaços;
-500 gr de grão cozido, escorrido;
- 1/2 colher de chá de sal;
- 1 malagueta verde;
- 6 ovos.
 
Preparação:
1/ Pré aqueça o forno a 180ºC;
2/ Coloque no copo a cebola, o azeite e a linguiça e refogue 5 min / varoma / lâmina inversa / vel. colher;
3/ Adicione a cenoura e o tomate (acrescentei também espinafres picados congelados) e programe 10 min / 100º C / lâmina inversa / vel. colher;
4/ Adicione o grão, o sal e a malagueta e envolva com a ajuda da espátula.
5/ Coloque num pirex, faça pequenas cavidades na superfície, disponha os ovos com cuidado e leve ao forno a 180º C cerca de 30 minutos. Sirva de seguida.
 
Agora, em modo express! Esqueça o forno eliminando o ponto 1/. Aqueça o grão no microondas e, voltando ao ponto 5/, coloque o preparado no pirex. Quanto aos ovos, vamos escalfalos em água fervente com um pouco de vinagre. Para facilitar a tarefa, use a concha da sopa deitando o ovo cuidadosamente na concha e mergulhando-a lentamente na água em ponto de fervura. Verá que facilmente terá uns ovos tão bonitos quanto o da fotografia! Sabe que mais? Sirva de imediato e delicie-se.
 
Espero que gostem da sugestão!

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Em busca da felicidade!

Concretizado o sonho da maternidade eu, que tenho a mania de definir objetivos para um futuro pleno de sucesso pessoal, familiar e profissional e sem grandes sobressaltos, sou confrontada com o Eu-Desorganizada e com o Eu-Desesperada.
 
É verdade. Senti um enorme vazio. Uma sensação estúpida de insatisfação. Sem vontade para tratar de coisas para as quais anteriormente teria toda a genica do mundo e que rapidamente despacharia.
 
Enervava-me o facto de, além de não ter energia para mexer uma palha, parecer que todos os dias fazia as mesmas coisas, que por muito que me esforçasse a casa parecia estar por limpar. Sempre. Todos os dias. Ora, para quem luta para viver diariamente com alguma harmonia, este cenário não é o mais aprazível.
 
Reparei em coisas que, noutros tempos, ignoraria, como por exemplo: "Porque raio o meu gajo não consegue deitar o rolo de papel no lixo quando este acaba?". Antigamente, pegava no rolo e deitava na reciclagem sem problemas, mas hoje, e cansada como me sinto da rotina, estes pequenos gestos fazem a diferença.
 
Dei por mim a vasculhar os assuntos mais vastos na busca de um entendimento para a minha insatisfação. Sinceramente, parecia que havia perdido o rumo neste processo de ser mulher-mãe.
 
Foi então que me deparei com o Feng Shui que senti interiormente responder às minhas necessidades e, de alguma forma, motivar-me a fazer mais e melhor.
 
Como frequentar o curso revelava-se despendioso, comecei a ler na internet tudo o que parecia interessante em relação a esta prática milenar, assim como a ver vídeos no youtube.
 
Rapidamente percebi, tal como já suspeitava, que a minha casa estava a sugar as minhas energias. Assim, comecei por fazer pequenas alterações que em muito me ajudaram (ou distraíram) a sentir novamente o bichinho da organização e limpeza.
 
Decidi mudar de postura iniciando o meu dia com um novo hábito que implica:
 
1. Escrever o que tenho pendente e que quero concretizar nesse dia;
2. Escrever uma mensagem positiva, que reflita o meu eu interior e não o meio que me rodeia;
3. Tentar ser objetiva e prática.
 
Reparei que por muito que não me apeteça realizar uma determinada tarefa, por exemplo, lavar a loiça, sei que assim que a começo facilmente estarei mais disponível para, no momento seguinte, executar outras que estão pendentes e que exigem a minha atenção.
 
Com esta prática, ainda muito precoce, sei que me educarei a ser melhor pessoa e que o meu quotidiano será bem mais simples.
 
É importante meditar em quem somos, o que queremos ser, como nos sentimos, o que entendemos ser importante melhorar, quais os passos que mais se adaptam às nossas necessidades, para que nos sintamos felizes. Não precisamos ter o último gadget, nem precisamos viver na abundância. Por vezes, sentirmo-nos felizes só por acordar é suficiente para termos um dia milagroso!

domingo, 24 de maio de 2015

A maternidade

Foi um sonho tornado realidade! Mas, para que percebam a minha ausência, vou comentar como foi o meu último ano de vida. Acreditem que não vos tomarei muito tempo!

Decorria o mês de maio-14 quando percebemos que estávamos grávidos. Tratava-se da primeira falta portanto ainda teríamos longos meses pela frente. A preocupação foi terminar o semestre que felizmente e apesar da sonolência extrema foi concluído com sucesso.

Sabia que a nossa casa não estava preparada para receber a bebé, pois teria de ocupar o espaço que era o escritório. Isto significou uma enorme mudança em toda a casa. Não exagero, mas vou poupar-vos aos pormenores limitando a comentar que as mudanças terminaram pouco antes de a menina nascer. Para ser mais específica, as mudanças terminaram poucas horas antes de a Leonor decidir apresentar-se aos papás.

Ao mesmo tempo que organizava a casa fui recebendo toneladas de roupa gentilmente cedidas por familiares e amigos. Foi a loucura. Existiram momentos em que me apetecia desaparecer do meio do caos que se havia instalado. Com muita paciência lá fui colocando alguma ordem e separando tudo por meses, lavando as peças mais pequenas e arrumando as maiores.

O parto foi normal e a nossa menina nasceu com 3.235 kg (sempre adorei o preciosismo das mães no momento de comentar o peso!) e 45 cm de altura.

Uma semana depois de a ter nos braços achei-me em condições de trabalhar, mas a coisa não correu nada bem. Não me conseguia concentrar no trabalho, não conseguia concentrar-me na bebé recém-nascida que precisava de mim e nem conseguia fazer face às tarefas domésticas mais básicas, principalmente porque estava sozinha tendo o apoio do pai apenas ao final do dia. Ao fim de um mês desta loucura, decidi dizer "basta". Tinha de me dedicar à minha princesa e recuperar a minha sanidade mental.

Dediquei-me a recuperar as milhentas horas de sono perdidas, a acompanhar a minha bebé a cada segundo e, aos poucos, fui introduzindo as demais tarefas domésticas.

Aproveitei a licença de maternidade para adiantar as limpezas de verão e dar conta de alguma reciclagem.

Durante a gravidez foram raros os momentos de puro lazer, assim como os momentos de descanso já que uma grávida necessita dormir mais horas. A minha rotina habitualmente de correria em nada afetou a minha bebé, que é muito calminha, mas sugiro a todas as futuras mamãs o mesmo que tanto me sugeriram mas a que não prestei atenção: durmam e descansem muito e não tenham vergonha em pedir ajuda. 

Agora que já temos a casa organizada e estabelecida a rotina da bebé, volto a trabalhar! Ou seja, o equilíbrio que acabo de conquistar sofrerá um ligeiro abanão!

Quanto à culinária, garanto que continua a ser uma paixão, no entanto, e porque tive de priorizar e simplificar, ficou para segundo plano e as refeições passaram ao básico dos básicos, sem grandes oportunidades para tirar foto e, infelizmente, os menus repetidos aos quais tenho enorme aversão voltaram em força.

Porque foi dos momentos mais saudáveis para mim, espero brevemente poder dedicar-me novamente à partilha de receitas!

Agradeço as mensagens de apoio que foram deixando, bem como as visualizações que se mantiveram quase inalteráveis!